"Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. (Tiago 1:17)
terça-feira, 22 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
AS DUAS PEDRAS NA VIDA DE JACÓ
TEXTO: Gênesis 28:10-17
e 35:1-1
TEMA: AS DUAS PEDRAS NA
VIDA DE JACÓ
INTRODUÇÃO: A história de Jacó é a história da nossa vida
vida. Jacó significa: enganador, suplantador. Do relato bíblico
acerca de Jacó, podemos ver algumas circunstâncias que marcaram sua vida:
[1] Guerra com o irmão
desde o ventre da mãe (Gn. 25:22);
[2] Juntamente com Esaú, provocavam sentimentos
diferentes em seus pais: O pai amava mais a Esaú e a mãe amava mais a Jacó (Gn.
25:27-28);
[3] Aproveitava a fragilidade espiritual de seu
irmão, Esaú, acerca da primogenitura para, de forma carnal e inadequada e sob
juramento, levar vantagem sobre ele, comprando-lhe o direito à primogenitura
(Gn. 25:30-31);
[4] Enganou o pai, numa aliança carnal e inadequada
com sua mãe para obter a bênção (Gn. 27:23);
[5] Foi perseguido pelo
desejo mortal de seu irmão (Gn. 27:41);
[6] Atendendo ao desejo de seu pai, era um homem em
busca de uma família (Gn. 28:5).
Este era, de forma
resumida, o quadro da vida de Jacó. Alguma semelhança conosco?
[1] Guerreamos contra
nossos irmãos;
[2] Manipulamos os sentimentos dos obreiros, provocando
divisões no corpo;
[3] Alegramo-nos com a fragilidade dos irmãos, no
momento em que eles perderão a visão acerca das coisas espirituais e
barganhamos, para nós, a benção;
[4] Celebramos alianças carnais e inadequadas com o
propósito de enganar aquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa
luz;
[5] Tornamo-nos fugitivos, vítimas do ódio cujo
embrião estava oculto em nós; e
[6] Destruímos a nossa família, provocamos o ódio
no meio dela e agora, só nos resta uma coisa: peregrinar como fugitivos no
mundo, sob o pretexto de buscar uma família.
Quão semelhantes somos a
Jacó! Aquele suplantador somos nós! Ó, que o Senhor tenha compaixão de nós!
A narrativa que se segue
a respeito de Jacó nos revela algo maravilhoso: O ENCONTRO DE JACÓ COM AS DUAS
PEDRAS. A única forma reservada pelo Senhor para que sejamos moldamos à
semelhança de Jesus é o encontro com estas pedras. O Senhor reserva para nós, como
reservou para Jacó, um encontro especial com duas pedras.
O texto de Gênesis
28:10-11 nos revela que Jacó estava fugindo de tudo: seu passado, seu irmão,
seus enganos e suas mentiras. Como forma de enganar-se a si mesmo, pensava
estar à procura de uma família. Este tipo de peregrinação gerou cansaço nele. O
engano produz cansaço no homem. No meio das trevas, lá estava Jacó, sem
possibilidades de continuar a sua viagem. Jacó tinha apenas um único desejo:
DEITAR E DORMIR.
NESTE MOMENTO, NO LIMITE
DE SUAS FORÇAS, JACÓ SE ENCONTRA COM A PRIMEIRA PEDRA: A CAPACIDADE DE SONHAR.
QUAL O CONTEÚDO DO SONHO
DE JACÓ?
I – UMA ESCADA (Gn. 28:12): O
primeiro conteúdo do sonho de Jacó foi uma escada. Uma escada é algo realmente
interessante. O que ela faz? Ela é um instrumento de ligação, pois efetua a
ligação de coisas inferiores com coisas elevadas. Esta é a função da escada. O
que representa a escada no sonho de Jacó? Cristo. Vejam amados,
Cristo é o único veículo de ligação entre nós e o Pai - coisas inferiores (nós)
são ligadas ao que há de mais elevado (nosso Pai Celestial). Muitos dizem que o
homem é ligado a Deus pela religião. Oh! como as pessoas estão equivocadas!
Cristo é o único elo capaz de realizar esta ligação. Por isso Cristo é a
escada. O sonho de Jacó tinha Cristo como conteúdo: um conteúdo de ligação de
coisas inferiores com coisas elevadas!
II – UMA EXPERIÊNCIA
PESSOAL COM DEUS (Gn. 28:13): O segundo conteúdo do sonho de
Jacó foi uma experiência pessoal com Deus. No versículo 13 Deus diz: Eu sou o
Deus de Abraão e o Deus de Isaque. Se o versículo terminasse aqui, o que
teríamos? Um Deus de Abraão e de Isaque. Glória ao Senhor! O versículo não
termina aqui! Como é a continuação do versículo? "A terra em
que agora estás deitado, eu ta darei, a ti, e à tua descendência." O Deus
de Abraão e de Isaque, seria também o Deus de Jacó! No sonho de Jacó, ele teria
uma experiência pessoal com Deus. Isto é muito glorioso: termos uma
experiência pessoal com Deus!!!
III – UMA FAMÍLIA
ABENÇOADORA (Gn 28:14): Jacó era um enganador, um suplantador,
um mentiroso. Que tipo de família ele poderia gerar? Não podemos colher de uma
videira um punhado de abacates. Este era o futuro de uma família constituída a
partir de Jacó: enganadores, suplantadores, mentirosos. Observem irmãos, que
ele sonhava um dia em ter uma família que fosse abençoadora: "Em ti e
na tua descendência serão abençoadas todas as família da terra." (Gênesis
28:14). Naquele sonho, Jacó seria uma nova pessoa: um abençoador e a sua
família seria uma gloriosa família: abençoadora.
IV – A PRESENÇA E A
PROTEÇÃO E DEUS (Gn. 28:15): Jacó tornou-se uma pessoa
vulnerável e desprotegida. As suas ações inadequadas e carnais conduziram-no à
uma vida desprotegida. Nesta situação, muitos sonham com exércitos poderosos,
armas indestrutíveis. Mas Jacó, no seu sonho, que foi dado pelo Senhor, sonhava
com a proteção do Todo Poderoso de Jacó. Ó amados, o salmista parece estar
fazendo referência ao sonho de Jacó quando diz, por duas vezes: "O Senhor
dos exércitos está conosco, o Deus de Jacó é o nosso refúgio." (Salmos
46:7 e 11). No sonho, o Senhor dizia a Jacó: "Eis que eu estou contigo (presença),
e te guardarei (proteção) por onde quer que fores,". Ó!
Que sonho glorioso! A presença do Senhor é o selo de nossa proteção! Este foi o
sonho de Jacó.
AMADOS IRMÃOS, GOSTARIA
DE SUPLICAR UMA ATENÇÃO ESPECIAL DE VOCÊS AO SEGUINTE FATO: Segundo Gn 28:16-17, Jacó despertou do
sono e alegrou-se muito com o Sonho, tanto, que chamou aquele lugar de BETEL:
Casa de Deus.
Óh! Quando lemos esta
passagem desejamos glorificar a Deus. Mas, se olharmos detidamente para a
narrativa que se sucede, chegaremos à uma surpreendente conclusão: Sonhar
apenas não redundará em nossa transformação. Jacó não foi transformado porque
sonhou. Por isso, irmãos, apenas sonhar não nos transformará.
Quais as evidências da
não transformação de Jacó? Como podemos concluir que ele não foi transformado?
Vejamos as evidências: O que Jacó fez? Pegou a pedra do sonho e deitou
azeite nela. Ele não deitou vinho e azeite, deitou apenas azeite. Guarde isto,
pois será muito importante para você!!! Depois de ter deitado azeite na pedra,
Jacó fez um voto ao Senhor, dizendo: “Se Deus for comigo (dúvida acerca
da presença), e me guardar nesta jornada que me empreendo, e me der
pão para comer e roupa para que vista, de maneira que eu volte em paz para a
casa de meu pai (dúvida acerca da proteção), então o Senhor será o
meu Deus (condição para o governo de Deus em sua vida, ou seja, uma
tentativa de suplantar a Deus); e a pedra, que erigi por coluna, será a
casa de Deus (no versículo 17 ele havia afirmado que era a casa de
Deus, agora, no entanto, ele submete isso a uma série de condições que ele
impõe a Deus);” (Gênesis 28:20-22).
O texto de Gênesis 29:1
nos diz que "Jacó pôs-se a caminho e se foi à terra do povo do
Oriente". Apesar de ter encontrado o local que era a casa de Deus, Jacó
continuava a sua peregrinação. Betel é o lugar de nossa habitação, pois é o
lugar da habitação de Deus. Nos capítulos 29 e 30, vemos um Jacó que é enganado
e que engana. Então, em Gênesis 31:3, o Senhor diz: "Torna à terra de teus
pais, e à tua parentela; e eu serei contigo.". No versículo 13, o Senhor
diz: "Eu sou o Deus de Betel,". Óh, o Senhor desejava o retorno de
Jacó para Betel! No regresso para Betel, Jacó iria se defrontar com um grande
inimigo: o medo de seu irmão.
Em Gênesis 32:9-11,
Jacó, reconhece que foi o Senhor que pediu a sua volta para a terra de seus
pais, reconhece as misericórdias e a fidelidade de Deus, reconhece que com
apenas um cajado atravessou o Jordão e que agora era numeroso. Ele reconheceu
ainda o medo que tinha de Esaú, dizendo: "Livra-me das mãos de meu irmão
Esaú, porque eu o temo, para que não venha ele matar-me, e as mães com os
filhos.".
Em Gênesis 33, Jacó
encontra-se com Esaú. Ambos choraram. Esaú se propõe a seguir viagem com Jacó.
No entanto, Jacó não aceita. Apesar de ter recebido um novo nome, Jacó,
continua a agir de acordo com a sua velha natureza. Entretanto, no versículo
17, Jacó chega a Sucote e edifica para si uma casa e faz abrigos para o seu
gado. Mas, e Betel? O Senhor pediu que ele fosse para Betel. Mais tarde, Jacó
vai para Siquém e arma a sua tenda ali. Mas, e Betel? Jacó edifica um altar a
Deus, e chama de "Deus, o Deus de Israel" (El-Eloi-Israel).
Existem algumas passagens nas escrituras que, numa primeira análise somos
levados a dizer: Glória a Deus, o plano foi cumprido! Esta é uma delas. Quando
olhamos esta passagem, pensamos: Agora sim, Jacó foi transformado! Irmãos,
vejam que em Gênesis 31:13 o Senhor disse: "Eu sou o Deus de Betel,".
O desejo de Deus era ser o Deus da casa de Deus. Desejava o Senhor ser o Deus do
seu povo!!! Isto é maravilhoso.
No entanto, em Gênesis
33:20, Israel diz: "Deus, o Deus de Israel." Mas e o povo? E a casa
de Deus? É importante respondermos, no nosso espírito, esta questão. Em Siquém,
Diná, filha de Jacó, foi violada por Siquém, filho de Hamor que era príncipe
daquela terra. Como conseqüência, os filhos de Jacó, Simeão e Levi, após
pedirem que os siquemitas fossem circuncidados, ao terceiro dia da circuncisão,
quando as dores eram mais fortes, invadiram a cidade e mataram todos os
homens. Jacó, em Gênesis 34:30, manifesta a sua indignação. No entanto, notem
as palavras de Jacó: "Vós me afligistes e me fizestes odioso entre os
moradores desta terra, entre os cananeus e os ferezeus; sendo nós pouca gente,
reunir-se-ão contra mim e serei destruído, eu e minha casa." Com esta
declaração, percebemos que Jacó ainda não estava transformado. Havia muito de
sua velha natureza.
Porque a Bíblia registra
os capítulos 29 a 34 de Gênesis? Para mostrar que sonhar apenas não é
suficiente para nossa transformação. Muitos irmãos ficam contentes apenas em
sonhar. Não tenho nada contra os sonhos, eu mesmo sonho muito e digo mais,
devemos sonhar os sonhos que o Senhor nos dá. No entanto, a nossa alegria deve
estar muito além de apenas sonhar. Glória a Deus, pois a Bíblia nos mostra
o Capítulo 35 de Gênesis. Este é um capítulo glorioso, pois nos revela algo
maravilhoso!!!
DEUS TINHA UMA SEGUNDA
PEDRA RESERVADA PARA JACÓ
Após o encontro de Jacó
com a segunda pedra, fato registrado em Gênesis 35:1-15, podemos observar
alguns fatos significativos acerca da vida de Jacó, conforme Gênesis 35:16 -
37:1. Em Gênesis 30:22-24, Raquel, a mulher que Jacó amava, deu à luz a José.
Segundo o relato de Gênesis 35:16-18, ela deu à luz a mais um filho. Aquele foi
um parto muito penoso para Raquel, que não resistiu e morreu. Antes de morrer,
ela deu ao menino o nome de Benoni (filho da minha tristeza). Esse é
um nome que revela uma marca muito negativa. Neste momento, o novo Jacó se
manifesta e dá um novo nome ao menino: Benjamim (filho da minha mão
direita). Este é um nome de muita vitória. Vejam o novo Jacó. Enfrentando a
morte de sua amada, olha para o filho e diz: Você é o filho da minha mão
direita. Observem onde Raquel foi sepultada: Em Efrata, que é Belém (casa
do pão). Nesta mesma cidade nasceria o nosso Senhor Jesus. Ele nasceu para
morrer. Nasceu Benjamim e morreu Raquel e foi manifestado um novo Jacó. Em
Gênesis 35:27-29 temos o relato da morte de Isaque. É maravilhoso notar que,
nesta ocasião, os filhos de Isaque, Esaú e Jacó, o sepultaram. Sim, Jacó estava
ladeado com aquele a quem mais temia. Onde estava o medo? Não reside no novo
Jacó! Um Jacó transformado!!! Finalmente, em Gênesis 37:1, vemos a habitação de
Jacó: CANAÃ!!! Isto é glorioso! Deus cumpriu em Jacó toda a sua Palavra. O que
podemos concluir com estes relatos? Estamos diante de um Jacó transformado,
estamos diante de um JACÓ MADURO. Isto é o que representa a segunda pedra: a
maturidade.
A SEGUNDA PEDRA
REPRESENTA A NOSSA MATURIDADE: O texto de Gênesis 35:14 é muito
precioso. Jacó tomou uma pedra e derramou sobre ela libação e azeite. Ele não
derramou apenas azeite, como na primeira pedra, mas libação e azeite. A libação
era o ato de derramar vinho sobre uma oferta. A diferença entre a primeira
pedra e a segunda é a presença da libação. O vinho é algo muito significativo.
Ele possui muitas aplicações. Entretanto, focalizaremos a atenção em apenas uma
delas: o vinho é resultado da uva trabalhada no lagar. Ó! Isto é muito
significativo! De acordo com João 15, o Senhor Jesus é a videira verdadeira e
nós somos os ramos. O ramo que permanece da videira dá muito fruto. É
importante termos uma visão clara sobre estas declarações. Do ponto de vista de
nossa dependência ao Senhor Jesus, nós somos ramos. Do ponto de vista do
resultado da produção dos ramos, nós somos frutos. Assim, considerando minha
dependência ao Senhor Jesus, eu sou um ramo. No entanto, considerando a
frutificação de meu pai (o pai do autor foi o responsável pela sua vida com
Cristo), eu sou um fruto. Irmãos, como frutos, o Senhor, com a sua boa mão, nos
colhe da videira e nos conduz ao lagar. Lá somos pisados, amassados e a essência
do nosso interior é extraída, produzindo o vinho. O vinho representa a nossa
vida trabalhada pelo Senhor. Jacó derramou sobre a segunda pedra o vinho, ou
seja, a sua vida trabalhada pelo Senhor. O azeite é o doce Espírito Santo.
Quando o vinho se encontra com o azeite (encontro da vida trabalhada
com o Espírito Santo), temos a MATURIDADE. O QUE É MATURIDADE? É
O RESULTADO DO DERRAMAR DO VINHO E DOAZEITE: VINHO: É
a transformação da uva (nossa vida). AZEITE: É o Espírito Santo derramado
sobre nós. Esta é a segunda pedra, a nossa maturidade. Quais são as
evidências da maturidade? O texto de Gênesis 35:1-15 esclarecerá esta dúvida.
EM QUE CONSISTE A NOSSA
MATURIDADE?
I – BETEL É A NOSSA
MORADA E NÃO APENAS O NOSSO SONHO (Gn. 35:1): Neste texto o Senhor diz a Jacó:
"Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali;" O desejo de Deus é que
moremos em Betel. A casa do Senhor deve ser o nosso lugar de descanso, de
crescimento, de envolvimento, de vida. Isto deve ser real, e não apenas um
sonho. Quando a casa do Senhor é nossa prioridade, temos a evidência de nossa
maturidade.
II – DEUS É UMA
EXPERIÊNCIA DA FAMÍLIA E NÃO APENAS UMA EXPERIÊNCIA PESSOAL (Gn. 35:2-5): Jacó compartilhou a vontade do Senhor para a sua
família: Lançar fora os deuses, a idolatria, purificação, novas roupas,
preparação. O novo Jacó possuía um novo desejo. Ele não desejava que Deus fosse
sua experiência pessoal. O seu desejo era que toda a sua família tivesse esta
experiência pessoal. Quando estavam a caminho de Betel, a família de Jacó foi
protegida pelo Senhor. O Senhor não era apenas a proteção de Jacó, era a
proteção de toda a sua família. O desejo de Jacó era que a família tivesse a
sua experiência com Deus. Quando não nos contentamos em ver os nossos queridos
sem uma experiência pessoal com Deus, temos a evidência de nossa maturidade.
Desejar que outros tenham uma experiência com Deus é um glorioso sinal de
maturidade. Jesus ordenou que os seus discípulos fizessem novos discípulos.
Isto é uma prova de que o discípulo de Jesus deve zelar para que todos tenham
uma experiência pessoal com Deus.
III – CONFRONTO COM O
QUE SOMOS PARA SERMOS TRANSFORMADOS (Gn.
35:10): Em Gênesis 35:10, Deus disse o que Jacó era:
enganador, mentiroso, trapaceiro, etc... Jacó foi confrontado com o que ele
realmente era. Quantas vezes o Senhor ministra a nós a sua Palavra revelando o
que há em nosso interior? Porém Deus disse: Você não será mais assim. Você não
será conhecido pelos seus enganos, trapaças e mentiras, você será conhecido
pela LUTA DE DEUS. Você será chamado de Israel: DEUS LUTA.
QUANDO NOS ENCONTRAMOS
COM A SEGUNDA PEDRA, O SENHOR LIBERA A SUA PALAVRA QUE NOS DIZ - GÊNESIS
35:11-12: "sê fecundo, e multiplica-te;" Na primeira pedra,
quando Jacó estava no sonho, o Senhor não ordenou que se multiplicasse. Ele
apenas lançou a promessa. A multiplicação era algo distante, era apenas uma
promessa. Por quê? Porque, na reprodução da primeira pedra, Jacó, reproduziria
outros Jacós. Mas agora a situação é diferente, ele estava totalmente transformado
em Israel. Assim, poderia multiplicar-se e gerar novos Israéis. Somente pode
procriar adequadamente aquele que é maduro.
Que o Espírito de Deus,
complemente e imprima o conteúdo desta mensagem no coração de todos os irmãos. Em
Cristo e por seus interesses.
A. M. Cunha
terça-feira, 17 de junho de 2014
UMA DUPLA FRUTIFICAÇÃO NA VIDA DA IGREJA
“Tu, porém, quando orares (...) Tu, porém, quando jejuares (...)
ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde
ladrões não escavam, nem roubam;”
Mateus 6:6, 17 e 20
A presente era é, para a vida da igreja na face da terra, uma era
de muitos desafios. Quanto mais se aproxima o desfecho da história humana,
conforme nos apresenta a narrativa bíblica, tanto mais se tornam amplos e
intensos os desafios enfrentados pela igreja. No seu chamamento pelo Senhor e
Divino Mestre, a igreja tem uma vocação: Ganhar almas. Ela há de se tornar,
tanto mais efetiva nesta tarefa quanto mais intensa for a frutificação do
Espírito na vida de cada membro do Corpo de Cristo. Esta frutificação é a
frutificação interna. A obra da evangelização, por outro lado, quando almas são
conquistadas para o Senhor Jesus, e, portanto, são transportadas do império das
trevas e introduzidas no Reino de Cristo Jesus, é, por assim dizer, uma
frutificação externa. A igreja possui em sua trajetória espiritual esta dupla
frutificação que precisa ser constantemente nutrida no ambiente da vida da
igreja. Não se revelará eficiente a igreja que não possui a frutificação
interna e a frutificação externa. Uma forma eficaz que tem sido requerida como
prática urgente e necessária na vida da igreja é a prática do orar-jejuar. Esta
prática é um dos canais estabelecidos por Deus para promover a adubação na vida
da igreja de tal forma que tanto a frutificação interna e quanto a frutificação
externa tornem-se amplamente viabilizadas no ambiente da vida da igreja.
Portanto, se há um conselho que eu poderia oferecer à igreja da presente era é:
Pratiquem, tanto mais intensamente quanto possível, o orar-jejuar.
Que Deus nos abençoe.
A. M. Cunha
UMA PATERNIDADE ALINHADA COM O REINO DE DEUS
“Traziam-lhe
também as crianças, para que as tocasse; e os discípulos, vendo, os
repreendiam. Jesus, porém,
chamando-as para junto de si,
ordenou:
Deixai vir a mim os pequeninos e não
os embaraceis,
porque dos tais é o reino de Deus.
Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como
uma criança de maneira alguma entrará nele.”
Lucas 18:15-17
Que glorioso chamado de Cristo! Ele chamou as crianças
para junto de Si! Ao fazer este chamamento, o Senhor Jesus apresentou duas
singulares ordens aos Seus seguidores:
a) 1ª
ordem: "Não embaraçar": Neste chamado, o
Senhor nos apresenta uma séria advertência, pois,
lamentavelmente os homens podem criar embaraços que acabam por impedir a
aproximação das crianças a Cristo. Que não sejamos
contados entre aqueles que impedem os pequeninos de se aproximarem do Salvador
eterno.
b) 2ª
ordem: "Deixar ir": Uma segunda ordem aos
discípulos é apresentada pelo Senhor. Esta ordem porém, revela-se também como
uma gloriosa palavra de esperança, pois de um modo muito maravilhoso é possível
que os homens viabilizem o acesso dos pequeninos ao Senhor Jesus! Que sejamos
contados entre aqueles que viabilizam o acesso dos pequeninos ao Senhor Jesus!
Não nos esqueçamos, porém, que estas ordens têm uma razão de ser. A razão
pode ser vista na seguinte declaração: "porque
dos tais é o reino de Deus".
Existem, pelo menos, três
classes de pessoas às quais a Escritura diz que são portadoras do reino de
Deus:
1.
Mateus 5:3 (humildes de
espírito);
2.
Mateus 5:10 (perseguidos
por causa da justiça);
e
3.
Mateus 19:14 (as crianças).
Uma paternidade
alinhada com o Reino de Deus deve praticar duas condutas com
relação às crianças: 1) “não embaraçar”; e 2) “deixar vir”. Pelo “não embaraçar”, os pais removem as
barreiras que impedem que os pequeninos conheçam a pessoa de
Cristo e, pelo “deixar vir”,
os pais abrem caminhos para que tal
conhecimento sejam efetivamente desfrutado pelos pequeninos.
UM VISLUMBRE DA DOUTRINA BÍBLICA DO PECADO
O
que a Escritura tem a nos dizer acerca do pecado? Abaixo seleciono algumas
ideias sobre este importante tema. Tais ideias não são exaustivas sobre o tema.
Elas apenas tangenciam o tema, oferecendo ao estudante das Escrituras um ponto
de partida para o aprofundamento nos estudos relativos ao tema. A análise
perpassa três importantes abordagens acerca deste tema, a saber: Condenação ou
penalidade do pecado; Poder do pecado e Presença do pecado.
O
pecado desencadeia a pior de todas as separações, pois promove a pior de todas
as rupturas: a separação entre o homem e Deus [Isaías 59:2], pois o pecado
carrega em si uma sentença de condenação para a humanidade [Ezequiel 18:4].
Desde
a queda, a humanidade convive com a condenação do pecado, o poder do pecado e a
presença do pecado.
A
condenação do pecado revela o castigo, a punição, a penalidade produzida pelo pecado. O poder do pecado, por sua vez, revela o domínio e a influência do
pecado na vida. E a presença do pecado, por seu turno, revela a existência e a
proximidade do pecado em relação à vida de cada pessoa.
Para
cada um destes aspectos, Deus providenciou um escape pela salvação oferecida
gratuitamente no evangelho. Vejamos o escape providenciado por Deus:
1)
Para a condenação do pecado, Deus nos oferece a JUSTIFICAÇÃO;
2)
Para o poder do pecado, Deus no oferece a SANTIFICAÇÃO;
3)
Para a presença do pecado, Deus nos oferece a GLORIFICAÇÃO.
Assim,
em Cristo Jesus, e somente nEle, nós somos salvos:
a) Da condenação do
pecado: [Atos 16.31; João 3.16-18, 36; João 5:24; João 11.25; Romanos 8:1 e I
Pedro 3:18];
b) Do poder do pecado:
[Romanos 6:12-14];
c) Da presença do pecado:
[I Coríntios 15:51-54] [Romanos 13:11].
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
RESGATANDO O DESEJO PELA FAMÍLIA PARA COM O SOLTEIRO
“O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte
que o cumprimento da lei é o amor. E digo isto a vós outros que conheceis o
tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa
salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a
noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e
revistamo-nos das armas da luz.”
Romanos
13:10-11
O TEXTO
APRESENTA DUAS IMPORTANTES REALIDADES
1.
EXISTEM PESSOAS QUE
CONHECEM O TEMPO
·
Volta
do Senhor;
·
Necessidade
de avivamento;
·
Importância
de ganhar almas, etc.
2.
EXISTEM PESSOAS QUE
ESTÃO DORMINDO
·
Apesar
de existirem pessoas que conhecem o tempo, lamentavelmente, muitas destas
pessoas estão dormindo. (A parábola das dez virgens).
NOSSAS
FAMÍLIAS ESTÃO VIVENDO UM TENEBROSO SONO
Porque que é que eu posso apresentar esta
afirmação? Minha resposta: Eu vejo a
família sendo atacada e não consigo
perceber movimentos que demonstrem qualquer
reação contra tais ataques.
UM DUPLO
ATAQUE CONTRA A FAMÍLIA
1.
O SISTEMA MALIGNO DA
PRESENTE ERA
·
Estímulo
à pornografia;
·
Estímulo
à rebeldia;
·
Estímulo
à falta de diálogo;
·
Estímulo
à afeição exterior.
O ataque do sistema maligno desta era é um
ataque de fora para dentro. No
entanto, existe um segundo tipo de ataque, tão perigoso e agressivo quanto o
primeiro, porém, sua origem não é exterior. Este segundo tipo de ataque tem sua
origem dentro de nós.
2.
NOSSA OMISSÃO EM TRAZER
O REINO DE DEUS PARA DENTRO DE NOSSOS LARES
Nossos lares estão cheios de pessoas fervorosas, que adoram, que pregam e que
servem. Porém todas estas práticas ocorrem apenas no TEMPLO.
ENQUANTO
NÃO RECONHECERMOS NOSSA CONTRIBUIÇÃO PARA COM O ESTADO ESPIRITUAL DE NOSSOS
LARES, NÃO CONSEGUIREMOS MODIFICAR NADA.
SOMOS
CONVOCADOS A TER DUAS IMPORTANTES ATITUDES
·
Uma
nova leitura da Palavra de Deus;
·
Redescobrir
os irmãos que vivem em nossa casa.
1. PRIMEIRA ATITUDE: UMA NOVA LEITURA DA PALAVRA
DE DEUS
Existem
comportamentos em nossa vida que limitam nossa percepção da palavra de Deus. a)
Salmo 1º, 23 e 91; b) Filipenses 4:13; e c) João 3:16, etc.
O
fato é que, quando o assunto é vida familiar, nós não temos aplicado a Palavra
à família. E onde está o problema?
Em nosso modo de ler a Bíblia.
ALGUNS EXEMPLOS:
·
Gálatas 6:2 – Levar as cargas;
·
Romanos 12:10 – Amar cordialmente;
·
Efésios 4:2 – Suportar;
·
Efésios 5:21 – Sujeitai-vos uns aos
outros.
2. PRIMEIRA ATITUDE: REDESCOBRIR OS IRMÃOS QUE
VIVEM EM NOSSA CASA
“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!
É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de
Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce
sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para
sempre.”
Salmo
133:1-3
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