"Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. (Tiago 1:17)
terça-feira, 5 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
DISCÍPULOS SÃO AMIGOS
“Já não
vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos
chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.”
João 15:15
O texto
de João 15:15 é muito significativo. Jesus diz que Seus
discípulos são chamados de amigos por uma razão, qual seja, Ele, Jesus,
deu-lhes a conhecer tudo quanto ouviu do Pai. Assim, parece que o tipo de
amizade abordada por Jesus relaciona-se ao ato de Jesus revelar coisas “mais
íntimas” aos Seus discípulos. Portanto, a amizade com Cristo tem relação
com intimidade. Este texto harmoniza-se, e muito, com o texto de Salmos 25:14
que nos diz:
“A
intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua
aliança.”
Observe
que aqueles que temem o Senhor são aqueles aos quais Ele dará a conhecer a Sua
aliança. Muito semelhante à afirmação de Jesus aos Seus discípulos. Além de
disso, de acordo com Provérbios 8:13, “O temor do Senhor consiste em aborrecer
o mal”.
O que se
requer dos filhos de Deus é um modo de vida que expresse a credibilidade que o
Evangelho já possui (Conferir Efésios 4:1 e Colossenses 3:1-2). Estas condutas
expressam o “temor do Senhor”.
A. M. Cunha
AMIGO DE DEUS
O apóstolo Tiago usa a expressão “amigo de Deus” em Tiago 2:23,
afirmando o seguinte: “Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para
justiça; e: Foi chamado amigo de Deus.”
Notemos que a palavra “amigo” está associada a duas importantes ideias
da teologia bíblica: crer e “imputação para justifica”. Estas duas ideias, por
sua vez, estão associadas à ideia de “ter acesso a Deus”, o que acaba por ser
um indicativo de amizade ou, no caso humano, que se acha em estado de inimizade
com Deus, de “amizade restaurada”.
Por outro lado, no texto de Tiago 4:4 o apóstolo Tiago, ao
utilizar a expressão “inimizade com Deus”, o faz associando a dois aspectos:
Infidelidade e amizade com o mundo, o que acaba por ser um indicativo de que
quanto mais infiéis nos tornamos com relação a Deus e a Seus mandamentos, tanto
mais revelamos nosso estado de amizade com o mundo.
Assim, à luz destes textos e destas exposições iniciais, podemos construir a
seguinte percepção:
Somente pode ser amigo de Deus aquele que, pela fé, tem a justiça
de Cristo imputada a si. Encontra-se despojado desta amizade, aquele que se
mantém infiel a Deus, expressando esta infidelidade com sua amizade para com o
mundo.
Textos de suporte
“Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça;
e: Foi chamado amigo de Deus.”
Tiago 2:23
“Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de
Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.’
Tiago 4:4
A. M. Cunha
segunda-feira, 28 de julho de 2014
A INTENSIFICAÇÃO DA ADMOESTAÇÃO
Vivemos
momentos em que os sinais que anunciam a proximidade do regresso do Senhor
Jesus Cristo estão cada vez mais intensificados. Recomendo aos irmãos que
tenham especial atenção para o que ora acontece no Oriente Médio, em especial
os embates de Israel com os Palestinos na Faixa de Gaza. Todas estas coisas
anunciam a proximidade da volta do Senhor Jesus Cristo.
A
Escritura Sagrada, na epístola aos Hebreus 10:15, nos dá conta de que, quanto
mais vemos que o Dia se aproxima, tanto mais devemos empenhar-nos na prática da
admoestação. A prática da admoestação requer, por outro lado, que os cristãos
tenham um coração suscetível ao ensino e despojado de qualquer sentimento de
revolta quando outros cristãos, num ato de obediência cristã, o aconselhem a
corrigir e ajustar os rumos de sua vida.
Neste
sentido, recomenda-se que os cristãos revistam-se “de ternos afetos de
misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”,
conforme Colossenses 3:12, para que possam com singeleza de coração receber
toda a admoestação que é dada.
Não
nos esqueçamos que a admoestação é recomendada pela Escritura e a
intensificação de sua prática é determinada, tanto mais quanto vemos que a
volta do Senhor se aproxima. Portanto, vivemos o período em que os cristãos são
convocados a guardarem o seu coração, tanto o que admoesta, quanto o que recebe
a admoestação, porque dele procedem as fontes da vida (Provérbios 4:23).
sexta-feira, 25 de julho de 2014
NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE MUNDO
“E não vos conformeis com este século, mas
transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja
a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Três importantes condutas são reveladas neste
precioso versículo:
Conduta negativa: Não conformar-se com o mundo. É negativa
porque o homem deve se abster de assumir o modelo ofertado pela impiedade;
Conduta positiva: Transforma-se pela renovação da mente. É
positiva porque o homem deve envidar esforços para promover a renovação de sua
mente de modo a experimentar uma transformação que se opõe aos padrões da
impiedade;
Conduta
reflexiva:
Para que experimenteis a vontade de Deus. É reflexiva porque sobre aquele que
não se conforma com o mundo e transforma-se pela renovação da mente recai a
benção da experiência da vontade de Deus, como boa, agradável e perfeita.
terça-feira, 22 de julho de 2014
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