sexta-feira, 11 de agosto de 2017

DÉCIMA QUARTA SEÇÃO – SALMO 119:105

Salmo 119:105 – “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.” Este é, muito provavelmente, o versículo mais conhecido do Salmo 119. A Palavra de Deus é lâmpada para os pés e luz para o caminho. Isto significa que Ela é auxílio indispensável para o “andar” do cristão. Neste sentido, a Escritura é fundamental para revelar “onde estamos” [lâmpada para os meus pés] e “por onde e para onde estamos caminhando” [luz para os meus caminhos]. Este Salmo, portanto, descreve a Palavra de Deus como o grande guia da vida humana.
A. M. Cunha

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:104

Salmo 119:104 – “Por meio dos teus preceitos, consigo entendimento; por isso, detesto todo caminho de falsidade.” A Palavra de Deus era para o salmista, não apenas a origem do seu entendimento, mas o meio pelo qual sua natureza era poderosamente transformada, de modo que sua alma não sentia qualquer espécie de prazer no caminho da falsidade. A expressão “Por meio dos teus preceitos”, sugere que o salmista possuía um sério compromisso com a Palavra de Deus, o que nos permite dizer que o salmista lia, estudava e meditava na Palavra de Deus.
A. M. Cunha

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:103

Salmo 119:103 – “Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca.” O salmista já havia declarado no Salmo 19:10 que os divinos decretos “são mais doces do que o mel e o destilar dos favos”. Ao afirmar que os mandamentos divinos são doces ao seu paladar, o salmista deixava claro que ele já havia experimentado os efeitos da Palavra de Deus em sua vida! Somente quando verdadeiramente experimentamos a Palavra de Deus é que podemos claramente perceber a Sua doçura! Nenhum, absolutamente nenhum, dos prazeres que estão disponíveis ao homem pode ser comparado ao deleite que a Palavra de Deus oferece àquele que a experimenta!
A. M. Cunha

segunda-feira, 31 de julho de 2017

DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:102

Salmo 119:102 – “Não me aparto das tuas ordenanças, pois tu me ensinas.” A expressão “Não me aparto das tuas ordenanças” tem o sentido de anunciar que o salmista andava em obediência aos preceitos da Palavra de Deus. A razão de sua obediência era o excelente professor que ele possuía: o próprio Deus! Não foram os homens que o ensinaram a obedecer à Palavra de Deus, mas o próprio Autor das Escrituras! À medida que Deus lhe ensinava, o salmista foi adquirindo condições para, voluntariamente, obedecer aos mandamentos divinos.
A. M. Cunha

quinta-feira, 13 de julho de 2017

DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:101

Salmo 119:101 – “Retenho os meus pés de todo caminho mau, a fim de observar a tua palavra.” A inclinação para o mau caminho interfere no desenvolvimento da paixão pela Palavra de Deus. Se não há, no coração humano, obediência aos mandamentos divinos, muito provavelmente este coração estará imerso em caminhos tortuosos. Pensando nisso, o salmista declara que, sob a influência do Espírito Santo, tem exercido domínio próprio para que seus pés não andem pelo caminho mau. De acordo com o Salmo 139:23-24, o salmista pede ao Senhor sonde o seu coração e verifique se nele existe algum caminho mau. Em seguida ele clama: “guia-me pelo caminho eterno”!
A. M. Cunha

terça-feira, 11 de julho de 2017

DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:100

Salmo 119:100 – “Sou mais entendido do que os velhos, porque tenho guardado os teus preceitos.” Nem mesmo a prudência dos idosos pode se comparar com a prudência obtida por aquele que fielmente obedece à Palavra do Senhor! As Escrituras Sagradas afirmam: “O que adquire entendimento ama a sua alma” [Provérbios 19.8]. Isto significa que aquele que guarda os mandamentos divinos aprimora o amor próprio, pois sob a influência dos mandamentos divinos aprende a amar-se a si mesmo de forma pura e equilibrada!
A. M. Cunha

quinta-feira, 6 de julho de 2017

DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:99

Salmo 119:99 – “Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação.” O salmista entusiasticamente reconhece que a Palavra de Deus é a fonte do seu entendimento! Dentro deste pensamento, ele exalta a superioridade da Palavra de Deus em relação às demais fontes de conhecimento humano. Em outras palavras, a meditação nas Escrituras é capaz de conceder ao fiel um entendimento superior àquele obtido a partir da meditação em outras fontes de conhecimento. Tal pensamento harmoniza-se contextualmente com a Escritura, pois de acordo com I Coríntios 1.30, Jesus Cristo “se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria”. Uma vez que Cristo é a sabedoria, aquele que Dele se aproxima receberá entendimento celestial, portanto, um entendimento superior!
A. M. Cunha