"Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. (Tiago 1:17)
terça-feira, 23 de junho de 2020
domingo, 21 de junho de 2020
A TRILOGIA DOS SALMOS 22, 23 e 24
Os Salmos 22, 23 e 24 formam uma esplêndida trilogia, pois constituem uma linda peça literária e
litúrgica, profundamente conectadas por um personagem que lhes é comum. O
Senhor Jesus é o personagem que permeia cada um destes Salmos. Vejamos três
importantes expressões que colhemos de cada um destes Salmos: Do Salmo 22
colhemos a expressão: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?”! O Salmo
23, por outro lado, fornece-nos a expressão: “O Senhor é o meu pastor”! E, por
fim, o Salmo 24 mostra-nos a exuberância da seguinte expressão: “Levantai, ó
portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o
Rei da Glória”!
A partir de cada uma destas expressões, as Escrituras nos
fornecem três importantes perspectivas a respeito do Senhor Jesus: O Salmo 22 retrata
a Sua morte, o Salmo 23, evidencia o Seu pastoreio e no Salmo 24 temos o majestoso anúncio
do Seu reinado!
Gloriosos princípios podem ser colhidos destas três porções da
Escritura. Em primeiro lugar, Jesus, Aquele que gloriosa e soberanamente
reinará, é o mesmo que, por ter experimentado a morte das mortes, conquistou o
direito de apascentar com excelência! Em segundo lugar, Jesus, Aquele que realiza
o pastoreio mais excelente e eficaz, é o mesmo que sabia que a Sua condição de
Rei dos Reis não o impediria de provar o Seu amor por todos os homens, experimentando a morte das mortes na cruz do
Calvário! E em terceiro lugar,
Jesus, Aquele que morreu da morte das mortes, é o mesmo que faz do Seu
pastoreio o meio pelo qual os homens podem compreender e experimentar a realidade
de que Ele é o Rei dos Reis.
Arisvaldo Marinho Cunha
A. M. Cunha
sábado, 13 de junho de 2020
PASTORES: HOMENS DONS QUE DEUS CONCEDEU AO SEU POVO
“Dar-vos-ei
pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com
inteligência”
Jeremias 3:15
A expressão “segundo o meu coração” aparece duas vezes nas Escrituras. Uma em
cada um dos Testamentos. No Novo Testamento, essa expressão foi usada para se referir
a Davi, filho de Jessé, conforme Atos 13:22. Porém, no Velho Testamento, a mesma expressão usada para se referir
àqueles que seriam responsáveis pelo pastoreio do povo de Deus!
O segundo domingo de Junho, que nesse ano será
no dia 14 de Junho de 2020, é o dia do pastor! Quero aproveitar essa data para
homenagear estes “homens dons” que,
incansavelmente, apascentam o rebanho do Senhor! O texto é claro ao expressar a
ideia de que o pastor não se faz a si mesmo, mas, ao contrário, ele é dado por
Deus ao Seu povo, por isso se diz: “Dar-vos-ei pastores”! Eles, portanto, são
estabelecidos pelo Senhor!
É claro que eles são de “carne e osso”: eles
gemem, choram e sofrem! Seus dias são marcados por preocupações focadas, não
apenas em si mesmos, mas no rebanho que Deus lhes concedeu! Eles vivem com o
rebanho, para o rebanho e em função do rebanho, e é pelo rebanho, que eles, incansavelmente,
buscam o aperfeiçoamento! E porque as coisas são assim com esses homens? Porque
eles, como “homens dons”, vivem,
agem, falam e pensam segundo o coração de Deus!
Parabéns a todos os pastores que, com amor e
dedicação, honram o chamado que receberam do Senhor! Feliz dia do Pastor!
A. M. Cunha
quinta-feira, 28 de maio de 2020
PEDRO, UM HOMEM QUE SE LEVANTAVA
A
Escritura apresenta quatro relatos de Pedro se levantando:
Em
primeiro lugar, Pedro levantou-se para contemplar a ressurreição: Após a
ressurreição de Cristo, Pedro levantou-se para ir ao sepulcro e conferir a
ressurreição de Cristo, conforme Lucas 24:12;
Depois,
vemos Pedro levantando-se para recompor o grupo dos apóstolos: Quando os
discípulos estavam no cenáculo, reunidos em oração, Pedro levantou-se no meio
dos irmãos para requisitar o cumprimento da Escritura quanto à escolha do
sucessor de Judas, conforme Atos 1:15-26;
Em
seguida, somos apresentados ao momento em que Pedro levantou-se para proclamar
o Evangelho às multidões: Logo após o pentecostes, Pedro, interpretando a
história quanto ao cumprimento da profecia do profeta Joel, levantou-se para
anunciar ousadamente o evangelho de Cristo com autoridade, de modo que quase
três mil pessoas converteram-se a Cristo, conforme Atos 2:14-41;
Por
fim, Pedro levantou-se para proclamar o Evangelho a uma família: Ele
levantou-se para anunciar ousadamente o evangelho a Cornélio e a toda a sua
família, conforme Atos 10:23-48.
Levantar-se,
em última análise, transmite-nos a ideia de sair do repouso, sair de um lugar
para outro, preparar-se para uma jornada e estar a ponto de iniciar algo novo.
Portanto, esta palavra pode significar abandonar um estado de letargia e
repouso, iniciando um processo de mudança de atitude, promovendo uma efetiva
modificação de uma condição de vida para outra condição, sem temer a jornada
necessária para experimentar esta nova condição, estando absolutamente
preparado, disponível e resoluto em iniciar algo verdadeiramente novo.
Isso
aconteceu com Pedro, quando foi apresentado à ressurreição de Cristo, quando
compreendeu a necessidade de preencher a lacuna deixara por Judas, quando
enfrentou a multidão para, destemidamente, anunciar o Evangelho de Cristo e
quando, longe dos palcos da multidão, humildemente aceitou o desafio de fazer
de uma casa, a casa de Cornélio, o púlpito de onde anunciaria o Evangelho para
uma família!
A.
M. Cunha
quarta-feira, 27 de maio de 2020
NENHUMA CONDENAÇÃO PARA OS QUE ESTÃO EM CRISTO
“Agora, pois, já
nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do
Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.”
Romanos 8:1-2
Grandes
realidades são abordadas neste texto bíblico.
Em primeiro
lugar, é anunciada a existência de uma sentença condenatória, que é o reflexo
da escravidão decorrente da lei do pecado e da morte. Todos, conforme Romanos
3:10-12, estão sujeitos a esta sentença condenatória, pois não há um justo, “nem um sequer [...] não há quem busque a
Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem,
não há nem um sequer”.
Em segundo lugar,
o texto torna evidente que a sentença condenatória é definitivamente anulada em
relação àqueles que estão em Cristo Jesus, os quais estão sob a égide de uma
nova lei, “a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus”. Trata-se, portanto, de
uma nova sentença aplicável apenas em relação àqueles que, por estarem em
Cristo, tornaram-se nova criatura, de acordo com 2 Coríntios 5:17. A estes é
destinada a mensagem do texto bíblico: “já nenhuma condenação há para os que
estão em Cristo Jesus”!
A. M. Cunha
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