sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

LIBERANDO OS IRMÃOS PARA O SERVIÇO - (Parte 2)

LÁZARO SALTA PARA A VIDA

"Então, ordenou Jesus: Tirai a pedra. Disse-lhe Marta, irmã do morto: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias. Respondeu-lhe Jesus: Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus? Tiraram, então, a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou porque me ouviste. Aliás, eu sabia que sempre me ouves, mas assim falei por causa da multidão presente, para que creiam que tu me enviaste. E, tendo dito isto, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! Saiu aquele que estivera morto, tendo os pés e as mãos ligados com ataduras e o rosto envolto num lenço. Então, lhes ordenou Jesus: Desatai-o e deixai-o ir." (João 11:39-44)

Os versículos de 39-44 de João 11, são uma autêntica revelação daquilo que Deus instituiu como A VIDA PRÁTICA DA IGREJA. Este é o momento no qual Lázaro salta da morte para a vida. A manifestação da VIDA em Lázaro foi um LIBERAR DELE PARA O SERVIÇO. Antes, por causa da morte, Lázaro estava impedido de servir, mas depois do manifestar da VIDA ele foi liberado para servir. Glória ao Senhor que nos libera para o serviço cristão!
O império da morte coloca todos, inclusive vários cristãos, num sepulcro (João 11:34) onde não há vida, ar, luz e serviço. A morte imobiliza muitos cristãos para o serviço. Cristãos que não servem estão no império da morte.

O viver prático da igreja manifesta-se com alguns elementos que liberam os irmãos para o serviço cristão.

O PRIMEIRO ELEMENTO é a REMOÇÃO DA PEDRA. A pedra impede a saída do sepulcro. É um grande obstáculo para a vida. Ela impede a entrada da luz, do ar e da vida. Por isso é preciso remove-la. Isto não é um opção, é uma ordem do Senhor, devemos tirar a pedra (João 11:39).

O SEGUNDO ELEMENTO é a DESTRUIÇÃO DA INCREDULIDADE. Marta opôs-se à ordem de Cristo com argumentos humanos. No entanto, Jesus lhe disse que se ela cresse ela veria a Glória de Pai. A Glória só é manifestada pela fé. Sem fé, a Glória não se manifesta. Por isso a incredulidade deve ser destruída (João 11:40)

O TERCEIRO ELEMENTO é O LIBERAR DA PALAVRA DO SENHOR. Oh! Depois da remoção da pedra e da destruição da incredulidade, a Palavra de Cristo é liberada (João 11:43). É somente com o liberar da Palavra que a vida é introduzida. Sem Palavra não há vida. A vida é introduzida pela Palavra. Jesus falou: “Lázaro, vem para fora!” Quando Ele falou assim, a vida foi introduzida em Lázaro. Glória ao Senhor, por sua Palavra que introduz vida!

O QUARTO ELEMENTO é A EDIFICAÇÃO. Quando Lázaro ressurgiu, ele estava com os pés e as mãos presas em ataduras e com o rosto envolto num lenço. Quando saímos da morte para a vida, ainda estamos com algumas deficiências: nosso andar não é espiritual (pés atados), nosso agir não é espiritual (mãos atadas) e nossa visão não é espiritual (rosto envolto num lenço). Oh! O Senhor nos deu a edificação. Quando usamos a edificação somos construídos CASA ESPIRITUAL. Assim, o nosso andar, o nosso agir e a nossa visão tornam-se espirituais. Este último elemento é a conclusão de uma obra gloriosa de Deus em nós, que nos DEIXA IR para o serviço (João 11:44). Com estes elementos somos liberados para o serviço.

Irmãos em nome de Jesus, vivamos a vida prática da igreja de tal forma que possamos liberar o serviço de nossos irmãos. Assim, teremos a VIDA introduzida e liberada em nossos irmãos.
A. M. Cunha

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

LIBERANDO OS IRMÃOS PARA O SERVIÇO - (Parte 1)



LÁZARO SENTA-SE À MESA

“Seis dias antes da Páscoa, foi Jesus para Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Deram-lhe, pois, ali, uma ceia; Marta servia, sendo Lázaro um dos que estavam com ele à mesa. Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo.” (João 12:1-3)

Os versículos de 1 a 3 de João 12 revelam o grande sonho de nosso Pai quanto à vida prática da igreja. A dinâmica da vida da igreja pode ser claramente visualizada nestes três versículos.

Em PRIMEIRO LUGAR, Jesus estava lá. Oh! Jesus sempre está presente quando nos reunimos em seu nome! A Bíblia afirma que “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.” Mateus 18:20.

Em SEGUNDO LUGAR, Lázaro estava lá. Sempre teremos nas reuniões e em nosso viver diário a presença de irmãos que passaram pela morte e agora vivem em novidade de vida, ou seja, vivem na ressurreição do Senhor. A Palavra de Deus nos diz que “Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.” Romanos 6:4.

Em TERCEIRO LUGAR, temos o ocultar de Lázaro. Ninguém, entre os irmãos ali presentes, tinha mais riquezas para compartilhar do que Lázaro. No entanto, ele sentou-se à mesa com o Senhor, deixando espaço para o serviço de Marta e Maria. Quando Lázaro fez isso, ele liberou as duas irmãs para o serviço. Devemos fazer o mesmo na vida prática da igreja.

Em QUARTO LUGAR, Marta estava servindo lá. O serviço dela era um banquete para Cristo e para Lázaro. Quando servimos na igreja, na verdade fazemos um banquete para Cristo e para os nossos irmãos. Oh! Quão doce é o nosso serviço!

Em QUINTO LUGAR, Maria estava servindo lá. O serviço de Maria foi o exalar do perfume do bálsamo precioso. Ela, na verdade derramou-se aos pés de Nosso Senhor e com isso, exalou um perfume que encheu toda a casa. Oh! O nosso derramar diante do Senhor perfuma toda a igreja! Devemos nos derramar assim.

Se Lázaro não se assentasse à mesa para ser servido pelas irmãs, jamais ele teria desfrutado do banquete oferecido por Marta e do perfume derramado por Maria.

Irmãos em nome de Jesus, vivamos a vida prática da igreja de tal forma que possamos liberar o serviço de nossos irmãos. Assim, teremos o banquete de Marta e o perfume de Maria. Esta liberação é o mecanismo que Deus nos oferece desfrutarmos da vida prática da igreja, mediante o que poderíamos chamar de “o serviço de ser servido”. Que o Senhor Jesus seja conosco.
A. M. Cunha

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

REFLEXÕES PARA 2009

O ANO DE EZEQUIAS
Mensagem liberada aos irmãos na SGAS 915, no dia 11/01/2009

INTRODUÇÃO:
O reinado de Acaz foi desastroso para Jerusalém, pois ele “não fez o que era reto perante o Senhor, como Davi, seu pai.” (II Crônicas 28:1). O rei Acaz foi tomado de grande angústia, porém, nestes dias, ele “cometeu ainda maiores transgressões contra o SENHOR; ele mesmo, o rei Acaz. Pois ofereceu sacrifícios aos deuses de Damasco, que o feriram, e disse: Visto que os deuses dos reis da Síria os ajudam, eu lhes oferecerei sacrifícios para que me ajudem a mim. Porém eles foram a sua ruína e a de todo o Israel. Ajuntou Acaz os utensílios da Casa de Deus, fê-los em pedaços e fechou as portas da Casa do SENHOR; e fez para si altares em todos os cantos de Jerusalém. Também, em cada cidade de Judá, fez altos para queimar incenso a outros deuses; assim, provocou à ira o SENHOR, Deus de seus pais.” (II Crônicas 28:22-25).

Entre as ruínas provocadas por Acaz, podemos citar o que está registrado em II Crônicas 29:7
“Também fecharam as portas do pórtico, apagaram as lâmpadas, não queimaram incenso, nem ofereceram holocaustos nos santuários ao Deus de Israel.”
Portanto, a maldade de Acaz foi marcada por quatro condutas:

1) Fechar as portas da Casa do Senhor;
2) Apagar as lâmpadas;
3) Não queimar incenso; e
4) Não oferecer holocaustos ao Deus de Israel.

Após a morte de Acaz, Ezequias, seu filho, reinaria em seu lugar. Seria possível que alguém, filho de um pai tão perverso, pudesse governar bem? Normalmente olhamos para a origem das pessoas e pensamos: “este não será bom!” Mas Ezequias, cujo nome significa [O Senhor dá força] provou que Deus transforma as circunstâncias.

A Bíblia diz que Ezequias fez “o que era reto perante o Senhor, segundo tudo quanto fizera Davi, seu pai.” (II Crônicas 29:2).
Ezequias tinha um pai terreno, cujo nome era Acaz. No entanto, a Bíblia diz que Ezequias comportou-se de acordo com seu pai Davi. O modelo de Ezequias não foi o modelo de seu pai terreno, mas o modelo de Davi, uma representação daquilo que é celestial. Ezequias adotou um modelo celestial. E ele começou bem o seu reinado. A Bíblia nos diz que “No primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da Casa do Senhor e as reparou.” (II Crônicas 29:3). Logo no início do ano, Ezequias procurou demonstrar como seria o seu reinado.

Irmãos! Estamos iniciando um novo ano. Desejo que logo no início, possamos demonstrar como será nosso ano diante de Nosso Senhor. Provavelmente o modelo que temos seja um modelo terreno [um lamentável ano de 2008, um lamentável exemplo paterno, ou tantos outros modelos meramente terrenos]. O Senhor desejo apresentar um modelo celestial. Se andarmos de acordo com o modelo celestial, teremos um "ano de ezequias". O triunfo de Ezequias será o nosso triunfo.

Você se lembra das quatro condutas de Acaz? Ezequias, ao contrário, restaurou todas as coisas. Assim, podemos concluir que a conduta de Ezequias foi contrária àquela adotada por Acaz.

“e lhes disse: Ouvi-me, ó levitas! Santificai-vos, agora, e santificai a Casa do Senhor, Deus de vossos pais; tirai do santuário a imundícia. Porque nossos pais prevaricaram e fizeram o que era mau perante o Senhor, nosso Deus, e o deixaram; desviaram o seu rosto do tabernáculo do Senhor e lhe voltaram as costas. Também fecharam as portas do pórtico, apagaram as lâmpadas, não queimaram incenso, nem ofereceram holocaustos nos santuários ao Deus de Israel.” (2 Crônicas 29:5-7)

Vejamos então, as quatro condutas de Ezequias. Estas condutas são importantes, pois elas são orientações seguras para nossas vidas. Devemos adotá-las logo no começo deste ano que se inicia. Desta forma, o Rei Ezequias procurou restaurar as coisas que foram perdidas nos dias do seu Pai Acaz. Assim, Ezequias, abriu as portas da Casa do Senhor, acendeu as lâmpadas, queimou incenso e ofereceu holocaustos. Vejamos cada uma destas ações.

1) ABRIR AS PORTAS DA CASA DO SENHOR (II Cr 29.2): Sabemos que, hoje, a casa do Senhor somos nós. (II Coríntios 3:16). Neste ano que se inicia, nossa vida precisa estar aberta para Deus e para os irmãos. Nosso coração precisa estar disponível. Precisamos participar mais de nossas reuniões. Precisamos ter uma vida aberta, ou seja, mais transparente. Nossos corações precisam ser compartilhados uns com os outros.

2) ACENDER AS LÂMPADAS: Sabemos que a lâmpada é um símbolo da Palavra de Deus (Salmos 119:105). Neste ano que se inicia, nossas vidas precisam estar voltadas para a Palavra de Deus. A Bíblia precisa ser nossa lâmpada e nossa luz. A Bíblia é a espada do Espírito, isto significa que o Espírito de Deus utiliza o estoque da Palavra de Deus que está em nós. Se tivermos pouco, o Senhor pouco nos usará. Se tivermos muito, o Senhor muito nos usará. Jamais nos esqueçamos que a Palavra de Deus é o combustível do Espírito Santo. Leiamos a Bíblia neste ano; estudemos Seu precioso conteúdo; meditemos nEla, dia e noite; desfrutemos do Seu precioso sabor; amemos a Bíblia no próximo ano, muito mais do que A amamos no ano que passou.

3) QUEIMAR INCENSO: Sabemos que o incenso é um símbolo da oração (Apocalipse 5:8, Salmos 141:2). Queimar incenso significa que devemos assumir um sério compromisso de oração. A oração estimula nossa dependência para com Deus. Uma das maiores catástrofes da humanidade é sua insistência em ser independente de Deus. Quando oramos, buscamos o socorro do Senhor, isto significa que reconhecemos que Ele [e não nós] é o nosso socorro. Orar é demonstrar nossa dependência, é lançar sobre Ele todas as nossas ansiedades. Quando oramos, abrimos uma porta espiritual diante de nossa vida, nossa casa, nossa família, nossa profissão, nossos projetos. Orar é marcar nossos caminhos com a sombra do Todo-Poderoso!

4) OFERECER HOLOCAUTOS: Nos temos bíblicos, a oferta de holocaustos era uma forma de tratar com o pecado (Levítico 1:1-17). Neste ano que se inicia, cada um de nós necessita confrontar seriamente o pecado. A maneira bíblica de confrontar o pecado é confessar e abandonar (Provérbios 28:13). A Bíblia diz que se “confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda injustiça.” (I João 1:9). Abandonemos a raiz de amargura (Hebreus 12:15). Não nos deixemos dominar pela soberba (Tiago 4:6). Busquemos a santificação sem a qual, ninguém verá o Senhor (Hebreus 12:14). Apresentemos nossos “corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus,” (Romanos 12:1). Não nos conformemos “com este mundo,” (Romanos 12:2). Não sejamos vagarosos no cuidado com os outros (Romanos 12:11). Partilhemos com os outros nas suas necessidades (Romanos 12:13). Não tornemos o mal com o mal (Romanos 12:17). Sempre que depender de nós, tenhamos paz com todos os homens (Romanos 12:18).

Talvez o ano que passou tenha sido um “ano de Acaz” para você. Sua expectativa para o próximo ano não é das melhores. Ouça, depois de Acaz, Deus levantou Ezequias. Sei em meu coração que o Nosso Deus transforma o mal em bem (Gênesis 50:20). Então, abra a sua vida, desperte-se para o próximo ano, pois Deus deseja presentear você com um “ano de Ezequias”.
Em Cristo, servindo os irmãos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

REINO DE DEUS: SEMENTE E FRUTO

TEMA: A TERRA POR SI MESMA FRUTIFICA
Mensagem liberada aos irmãos em Brasília na SGAS 915
“Disse ainda: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra; depois, dormisse e se levantasse, de noite e de dia, e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como. A terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga. E, quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa.” Marcos 4:26-29
O capítulo 4 de Marcos é um dos mais belos retratos do Reino de Deus. Sabemos que a semente é a PALAVRA DE DEUS.

I – QUATRO TIPOS DE PESSOAS (vv. 14-20):

a) Beira do caminho: Satanás rouba a mensagem;
b) Meio das pedras: Por não terem raízes, desistem quando vem o sofrimento e as perseguições;
c) Meio dos espinhos: A mensagem é sufocada pelas atrações do mundo;
d) A boa terra: Ouvem, crêem e frutificam.

II – ENTENDENDO O MILAGRE DA BOA TERRA (v. 22, 26-32):
A lamparina do Espírito é acesa para trazer revelação das coisas ocultas. QUE REVELAÇÃO NOS É TRAZIDA NESTE TEXTO, ACERCA DA BOA TERRA? É PRECISO COMPREENDER O REINO. COMO PODEMOS ENTENDÊ-LO: PELA SEMENTE E FRUTO.

ENTENDENDO O REINO PELA SEMENTE (vv. 26-29):
a) O REINO É UMA ATIVIDADE (v. 26): A semente é mesclada com a terra: A semente é a Palavra e a terra somos nós. Devemos mesclar a nossa vida com a Palavra. Somente assim seremos BOA TERRA.

b) A TERRA POR SI MESMA FRUTIFICA (v. 28): Não sabemos como, mas a semente germina. Ex. Luizito, Antônia.

c) O REINO É UM CAMINHO (v. 28-29): Somos chamados para crescer: planta, espiga e grãos. Caminhamos para a maturidade. Irmãos, é preciso amadurecer.

ENTENDENDO O REINO PELO FRUTO (vv. 30-32):
a) O REINO É O ABRIGO DOS MENORES (v. 31): O Reino é o seu lugar ideal. Os menores se sentem abrigados no Reino. Você está amargurado pela vida, ferido pelas adversidades, consumido pela frustração? O Reino é o seu lugar!

b) A FORÇA ACOLHEDORA DOS MENORES (v. 32): Quem é você? Você é uma pessoa vocacionada para ser um grande ramo. Deus fará de você um grande ramo. Para quê? Para acolher os que desejam ter uma família. Deus chama você para ser um grande ramo.

III – O QUE EU E VOCÊ PRECISAMOS PARA COMEÇAR A VIVER A VIDA DO REINO (vv. 35-39):
Precisamos da quietude do Senhor em nossas vidas. Quando estamos rodeados pela tempestade, quando ondas de morte nos cercam, não podemos perder a esperança de que Nosso amado Salvador há de se levantar para declarar: "Acalma-te". De acordo com o capítulo 4 do Evangelho de Marcos, o Reino começa com semente e conclui-se com quietude! Maravilhoso o Reino de Nosso Salvador Pessoal!

Em Cristo e por Seus interesses.

domingo, 4 de janeiro de 2009

O CAMINHO DAS NUVENS


O CAMINHO DAS NUVENS REVELA O PODER DA COMUNHÃO

Mensagem liberada aos irmãos em Brasília na SGAS 915

“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre.” [Salmos 133:1-3]

O Salmo 133 revela que o Senhor deseja ver sua igreja unida [João 17:11]. Este desejo é possível. Este desejo é viável. Este desejo é palpável. Este desejo é visível. Tudo porque ... existe o caminho das nuvens!

Pode-se definir nuvens como o aglomerado formado por gotas d’água, minúsculas partículas de gelo, unidas a partículas de pó e outras substâncias presentes na atmosfera. Geralmente posicionadas a grandes altitudes. As nuvens estão classificadas em três tipos: altas, médias e baixas. As nuvens são aglomerações elevadas: Todos aqueles que nasceram de novo também são assim. São mais do que criaturas, são seres elevados, são filhos de Deus! As nuvens podem provocar sombra, refrigério, chuva gostosa, ou podem provocar chuvas fortes, neve, granizo e até trovoadas: Os seres humanos também são assim. Podem trazer refrigério, sombra, chuva agradável ou podem trazer chuvas fortes, neve, granizo e trovoadas.

Davi compara a união do povo de Deus com o caminho das nuvens. Não nos esqueçamos de que Sião simboliza a igreja, o povo de Deus – o ambiente onde o Senhor ordena a Sua Bênção para sempre [v. 3]. Num certo sentido, pode-se dizer que a igreja é um lugar de bênção. Nós somos os agentes de Deus na promoção da bênção. Tudo porque nós somos como que as nuvens que Deus coloca em Sião.

Nosso Deus faz gerar a vida em Sião [v. 3]. Como esta bênção é produzida? A Bíblia diz que o orvalho do Hermom desce sobre os Montes de Sião. O texto bíblico pode passar despercebido caso não se atente para o seguinte fato: O Monte Hermom está distante dos Montes de Sião por aproximadamente 180 km. Como então é possível que o orvalho do Monte Hermom desça sobre os Montes de Sião? A resposta é uma só: Nosso Deus, pelo força de uma corrente de vento que parte para o sul, “arranca” as nuvens do Monte Hermom e gentilmente as conduz aos Montes de Sião! Somente assim, a vida chega aos desertos de Sião. Que maravilhosas lições podem ser apreendidas por nós a partir dessa ação geográfica que, de forma poética, foi utilizada por Davi para expressar a unidade do povo de Deus?

O QUE MOTIVOU O SENHOR A ARRANCAR AS NUVENS DE MONTE HERMOM?

I – DEUS SABE QUE CADA NUVEM TEM EM SI ALGO QUE É VITAL PARA SIÃO. A nuvem só existe porque existem gotas d’água dentro de si. Se não fosse assim não existira nuvem. Cada um de nós tem orvalho, e é isso que devemos transmitir aos nossos irmãos. Deus sabe que cada um de nós tem algo que é vital para os nossos irmãos!

II – A EXISTÊNCIA DO VENTO VOLTADO PARA SIÃO: O vento sopra em direção a Sião, e a nuvem não tem vontade própria, mas nasceu para deixar-se conduzir pela força do vento. Portanto, é o vento que conduz a nuvem para os Montes de Sião. O vento é um símbolo do Espírito Santo, e é Ele que nos conduz para os terrenos áridos da existência humana, onde teremos condição de transmitir a vida do Reino de Deus para aqueles que sofrem por estarem distante de Deus!

III – DEUS TEM CONSCIÊNCIA DE QUE UMA NUVEM QUE CAMINHA É UMA NUVEM PRODUTORA DE ORVALHO. A direção certa de uma nuvem que caminha é um lugar aquecido capaz de gerar orvalho. Os montes de Sião extraem o melhor das nuvens que saem das regiões do Monte Hermom. E uma vez estando na região dos Montes de Sião, aquelas nuvens, imprestáveis e inservíveis no Hermom, agora tornam-se valiosas dádivas

A. M. Cunha

sábado, 3 de janeiro de 2009

A IGREJA EM ANTIOQUIA


A IGREJA EM ANTIOQUIA
“Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram.” Atos 13:1-3

ASPECTOS PRÁTICOS DO VIVER CRISTÃO

Há uma igreja invisível de Deus: não há cadastro humano capaz de catalogar os membros desta igreja. Nesta igreja, eu posso ser membro juntamente com Paulo, com Moisés, ou com irmãos que nunca vi, seja na África do Sul ou mesmo em Brasília.
Entretanto, esta igreja invisível tem uma expressão prática, local. E é sobre esta expressão prática e local da igreja que o texto de Atos acima transcrito se refere. Neste sentido vejamos como era a Igreja em Antioquia.

I) UMA IGREJA FRUTO DA PERSEGUIÇÃO (At. 11:19-21):
O Corpo de Cristo (a igreja) é evidenciado quando a Palavra é anunciada ainda que as coisas sejam adversas. Trata-se da Palavra gerando a vida do corpo. No mesmo dia em que Estevão foi apedrejado e morto, levantou-se uma grande perseguição contra a igreja em Jerusalém (Atos 8:1). Quais os irmãos que foram dispersos? Todos, exceto os apóstolos. Este grupo de irmãos, na sua maioria, desconhecidos por nós, foi responsável pela propagação do evangelho em Antioquia. No meio da adversidade, estes irmãos não encontraram oportunidade para murmuração. Ele anunciavam a Jesus. Fazemos nós o mesmo? A Bíblia diz que a mão do Senhor era com eles, e por causa do seu falar, muitos se converteram ao Senhor (Atos 11:21). É maravilhoso notar que Deus transformou o mal em bem: Da perseguição o Senhor fez surgir o seu corpo: a igreja. Glória ao Senhor! Pois Ele transforma o mal em bem (Gênesis 50:20)

II) UMA IGREJA COMPOSTA POR PESSOAS QUE TERMINAM O SEU TRABALHO (At. 12:25)
O trabalho realizado por Barnabé e Paulo é fruto de revelação. Um irmão chamado Ágabo trouxe uma revelação do Espírito que uma grande fome viria por todo o mundo. Quando a fome veio, os discípulos enviaram Barnabé e Saulo com o propósito de socorrer os irmãos da Judéia. Foi este trabalho, fruto de revelação e do cumprimento da revelação, que Paulo e Barnabé concluíram. Oh! amados, as revelações do Senhor devem ser levadas até o fim. Deus deseja que sua igreja seja composta de pessoas persistentes, que concluam o seu trabalho. O Senhor tem uma revelação para cada um de seus filhos e cada um deles deve cumprir a sua missão.

III) UMA IGREJA COMPOSTA POR UM CORPO PROFÉTICO (At. 13:1)

A igreja em Antioquia possuía muitos irmãos. A igreja do Senhor é composta por muitos irmãos. Jesus é o primogênito entre muitos irmãos (Romanos 8:29)

a) Barnabé: “Aquele que dá coragem” At. 4:37 (At. 9:26-28)
Barnabé era um irmão que dava coragem. Quando Saulo tornou-se discípulo de Jesus, os irmãos o rejeitaram, porque o temiam e não acreditavam que Saulo fosse um discípulo de Jesus. O espírito de Paulo foi agredido pela falta de aceitação. Saulo poderia desistir de continuar a buscar a unidade com os irmãos. Muitas vezes somos assim, queremos desistir de buscar a unidade com os irmãos. Mas glória ao Senhor, porque na busca pela unidade, Ele sempre levanta um Barnabé! Barnabé, então, encorajou Saulo a continuar na busca da unidade com os irmãos em Jerusalém. Barnabé, igualmente, encorajou a igreja em Jerusalém a receber Saulo. Pelo Serviço de Barnabé, a unidade foi estabelecida entre Saulo e a igreja. A igreja em Antioquia possuía um irmão como Barnabé.

b) Simão (Negro) e Lúcio de Cirene (Norte da África)
A igreja em Antioquia possuía, no seu corpo profético, irmãos que, aos olhos humanos, não tinham muita expressão. Poderiam ser alvos de preconceito. No entanto, aquela igreja os aceitou no corpo profético. Somos como Simão e como Lúcio de Cirene: não temos expressão, mas somos aceitos pela igreja. Glória ao Senhor! A igreja estende os seus ramos para abrigar os filhos de Deus!

c) Manaém: Irmão de criação de Herodes, o tetrarca. Aquele que matou João Batista. (Mc. 6:14-16) – um milagre de Deus.
Vejam! Aos nossos olhos, esse homem, Manaém, poderia ser tudo, menos um discípulo de Jesus. Imaginem! Um irmão de criação de Herodes! Discípulo de Jesus??? Isto mesmo! Ele foi transformado em discípulo de Jesus. Esse homem tinha tudo para ser tão mal quanto Herodes. No entanto, ele foi alcançado por Jesus que o transformou. Glória ao Senhor! A igreja é composta por pessoas transformadas.

d) Saulo: Judeu nascido em Tarso, instruído por Gamaliel, um perseguidor implacável da igreja – um milagre de Deus.
Saulo foi um perseguidor da igreja. O seu objetivo era matar os irmãos. Agora, Ele pertencia à igreja em Antioquia. O seu objetivo não era mais matar os irmãos. O seu alvo era a vida. Antes, para perpetuar a religião, Saulo provocava a morte dos irmãos. Agora, destruindo a religião, Ele preserva a vida dos irmãos anunciando que o caminho da vida é a morte com Cristo na cruz. Glória ao Senhor Jesus! A igreja é composta por irmãos que estão crucificados com Cristo e vivem em novidade de vida.

IV) UMA IGREJA ABERTA AOS FALAR DO ESPÍRITO (At. 13:2-4)
Esta igreja oportunizou o falar do Espírito Santo. O Espírito quando fala à sua igreja, pede o que ela tem de melhor: Barnabé e Saulo – A igreja necessita estar disposta a dar o que tem de melhor para o Senhor. O Espírito sempre nos pedirá o que há de melhor. E o que há de melhor em nós? Cristo é o nosso melhor. Devemos dar Cristo, devemos expressar Cristo, devemos viver Cristo. É isto o que o Espírito Santo nos pede: CRISTO!!!

Em Cristo e por Seus interesses.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

TABERNÁCULO: SOMBRAS E REALIDADES


TABERNÁCULO: SOMBRAS E REALIDADES

“os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte.” Hebreus 8:5
“Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem.” Hebreus 10:1

Quando o Senhor manifestou o desejo de habitar entre o seu povo, ele constituiu o tabernáculo. "E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles. Segundo tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis." Êxodo 25:8 e 9. Posteriormente a estas coisas, o Senhor Jesus veio habitar entre nós. "O Verbo se fez carne e habitou entre nós" João 1:14. É glorioso perceber que o Senhor fez morada entre nós! Depois de ter escolhido os seus seguidores, o Senhor Jesus, após o lavar dos pés aos seus discípulos, após a instituição da ceia, após a saída de Judas (João 13:30 - o traidor não poderia tomar parte das palavras tão gloriosas que o Senhor passaria a ministrar aos seus seguidores), após todas estas coisas, o Senhor Jesus expressa algumas revelações:

1) A REVELAÇÃO DO NOVO MANDAMENTO"que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros." João 13:34. Este mandamento é fundamento para que todos conhecessem que ele eram discípulos de Jesus - João 13:35.

2) A REVELAÇÃO DA CASA DO PAI: "Na casa de meu Pai há muitas moradas." João 14:2. O Senhor Jesus revelou que Ele mesmo prepararia um lugar para nós. Manifestou, ainda: "E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também." João 14:3. Onde o Senhor está? Eis a grande pergunta! O Senhor mesmo responde: "Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim;" João 13:11.

3) A REVELAÇÃO DO CONSOLADOR: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco," João 14:16. Continuando, o Senhor diz: "Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros." João 14:18. Oh! O Senhor voltaria para nós e o Consolador ser-nos-ia dado! Isto é glorioso! O Senhor continua: "Naquele dia (no dia da volta), vós conhecereis que eu estou em meu Pai, e vós, em mim, e eu em vós." João 14:20. O que temos? O Pai, o Senhor Jesus e o Consolador! Maravilhoso! Maravilhoso!

Vejam as palavras seguintes do Senhor: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama, e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele." João 14:21. O Senhor estava falando de uma manifestação. Então, Judas, não o traidor, mas o discípulo fiel, pergunta: "Donde procede, Senhor, que estás para manifestar-te a nós e não ao mundo?" João 14:22. Qual é a resposta de nosso Senhor? É a centralidade da habitação de Deus: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada." João 14:23. Esta é a história da habitação de Deus entre os homens.

OS ESTÁGIOS DA HABITAÇÃO DE DEUS ENTRE OS HOMENS

São três os estágios desta habitação:
1º) O TABERNÁCULO;
2º) O VERBO HABITOU ENTRE NÓS; e
3º) SOMOS O TABERNÁCULO - O PAI, O FILHO E O ESPÍRITO HABITAM EM NÓS.

O texto de Hebreus 8:5 nos ensina que os sacerdotes da Velha Aliança "ministram em figura e sombra das cousas celestes,". Em Hebreus 10:1, temos "que a lei tem sombra dos bens vindouros," Hebreus 9:23 em "figuras das cousas que se acham nos céus". Assim, o tabernáculo é sombra de algo glorioso.

Em certa ocasião, eu ministrava a um irmão acerca das sombras e realidades das coisas celestiais expressadas no tabernáculo. Algo glorioso aconteceu durante aquele ministração. Vejam o que aconteceu na narrativa a seguir:

"Irmão, o Velho Testamento é uma sombra de algo que é manifestado no Novo Testamento. Assim também é com o tabernáculo: ele é uma sombra de algo glorioso! Enquanto eu falava estas coisas, os meus olhos foram conduzidos a uma cadeira de metal que estava exposta ao calor do sol. Naquele momento, recomendei ao irmão que fôssemos para perto daquela cadeira. Chegando lá, o Espírito nos conduziu ao seguinte diálogo: - Irmão, você vê a sombra da cadeira? - Sim. Respondeu Ele. - Por quê ela existe? Perguntei. - Porque tem luz! Ele respondeu. Continuei: - Ela existe apenas porque tem luz? Ao que ele me respondeu: - Sim! Então eu lhe disse: - Irmão, a sombra existe não apenas porque existe luz. Ela existe, porque existe a cadeira. Somente com a luz e sem a cadeira, não existiria sombra. A sombra é uma combinação da luz e da cadeira. O que é a cadeira? Ela é uma substância. Veja irmão, Deus um dia direcionou sua luz sobre Cristo. Como resultado, tivemos o tabernáculo. O tabernáculo é a sombra de Cristo. Cristo é a substância. Por isso, o tabernáculo revela Cristo para nós. Então eu lhe perguntei: - Irmão, quando você olha para alguém, você vê apenas a cabeça? - Não, vejo todo o corpo! Respondeu-me. Então eu lhe disse: - Sempre que vemos Cristo, não devemos vê-lo apenas, devemos ver o seu corpo: a igreja. Assim, o tabernáculo é também a sombra da igreja. O Pai direcionou a sua luz sobre a igreja, o corpo de Cristo. Como resultado, tivermos o tabernáculo. O tabernáculo revela Cristo e a igreja. Então, eu lhe fiz um pedido: - Irmão, coloque a sua mão na sombra. Ele colocou. Perguntei: - Você pode sentir o calor? Não! Respondeu-me. - Agora, coloque a mão sobre a cadeira. Está quente? Ele me respondeu: - Sim! E muito! Então eu concluí, dizendo: A Palavra nos diz que quando o tabernáculo foi concluído, "a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo." Êxodo 40:34. Se a glória do Senhor encheu a sombra, que é incapaz de reter o calor, qual não deve ser a Glória de Cristo e da Igreja?"

Por isso, amados, vejo que o tabernáculo é a sombra de uma realidade gloriosa: Cristo e a Igreja. O Senhor desejou habitar entre os homens. Como transmitir aos homens esta realidade? Por intermédio de uma sombra, por isso, o Senhor determinou a edificação do tabernáculo. Êxodo 25:8 e 9. A sombra era o produto da luz divina sobre duas substâncias: Cristo e a igreja. A primeira substância foi manifestada conforme João 1:14 - "o Verbo se fez carne". A segunda substância foi manifestada e é continuamente manifestada sempre que o homem passa a amar o Senhor Jesus e a guardar a sua Palavra, sendo constituído, desta forma, em morada do Eterno, casa de Deus, conforme João 14:23. A conclusão gloriosa de tudo isto pode ser percebida pela grande voz vinda do trono que diz: "Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus está com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles." Apocalipse 21:3

Em Cristo e por seus interesses.