A. M. Cunha
"Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. (Tiago 1:17)
quinta-feira, 6 de julho de 2017
DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:99
segunda-feira, 3 de julho de 2017
DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:98
A. M. Cunha
sexta-feira, 30 de junho de 2017
DÉCIMA TERCEIRA SEÇÃO – SALMO 119:97
Salmo 119:97 – “Oh! quanto amo a tua
lei! ela é a minha meditação o dia todo.” Os
versos deste salmo declaram a intensidade do amor que o salmista nutre pela
Palavra de Deus. É possível ver nas palavras do salmista certa admiração, como
se ele estivesse dizendo para Deus: “É maravilhoso saber que existe em mim, ó
Deus, um amor tão profundo por Tua Palavra!”. O salmista está tão dominado por
este amor que o seu dia é inteiramente preenchido pela tarefa de meditar na lei
do Senhor. Ele não apenas ama os mandamentos divinos, mas demonstra este amor
meditando diariamente nas Escrituras.
A. M. Cunha
quarta-feira, 21 de junho de 2017
DÉCIMA SEGUNDA SEÇÃO – SALMO 119:96
Salmo 119:96 – “Tenho visto que toda perfeição tem seu limite; mas o teu mandamento é
ilimitado.”
O salmista, invocando para si uma significativa experiência de vida, afirma que “toda perfeição tem seu limite”. Isto
significa que, aos olhos dele, tudo o que foi criado, por mais belo e perfeito que possa ser, é naturalmente limitado. Porém, não é apenas no ambiente das coisas
terrenas que o salmista declara ser experiente, pois ele, voltando os seus
olhos para a Palavra de Deus, declara que Ela é ilimitada, ou seja, os
Mandamentos Divinos são plenamente perfeitos, não encontrando quaisquer limites
que possam ofuscar a Sua perfeição!
A.
M. Cunha
sexta-feira, 16 de junho de 2017
DÉCIMA SEGUNDA SEÇÃO – SALMO 119:95
Salmo 119:95 – “Os ímpios me espreitam para perder-me; mas eu atento para os teus
testemunhos.”
O coração do homem ímpio guarda o secreto desejo de ver o servo do
Senhor perder-se em sua jornada cristã. Por vezes, ele fica à espreita
aguardando por uma oportunidade para conduzir o servo de Deus à destruição. A
melhor postura que o servo de Deus pode adotar, em contraposição a esta
expectativa dos ímpios, é manter-se em constante estado de obediência para com
os mandamentos divinos!
A. M. Cunha
quarta-feira, 14 de junho de 2017
DÉCIMA SEGUNDA SEÇÃO – SALMO 119:94
Salmo 119:94 – “Sou teu; salva-me, pois eu busco os teus preceitos.”
Ao fazer uso da expressão “Sou teu”, o salmista afirma, em outras palavras:
Nada possuo, nem mesmo a mim, mas reconheço que pertenço ao Senhor! Ele está
numa relação com Deus, mas o lugar que lhe cabe neste relacionamento é o de
servo! E é nesta condição que ele clama: “Salva-me”! Costuma-se dizer que um
servo nada possui, mas o salmista reconhece um direito que lhe pertence, o
direito de clamar por salvação! Sua súplica é, portanto, dirigida àquele a quem
ele pertence!
A.
M. Cunha
segunda-feira, 5 de junho de 2017
DÉCIMA SEGUNDA SEÇÃO – SALMO 119:93
Salmo 119:93 – “Nunca me esquecerei
dos teus preceitos, visto que por eles me tens dado vida.” O
salmista, reconhecendo que sua vida tem origem em Deus, assume o compromisso de
jamais se esquecer da Lei do Senhor! A expressão “me tens dado vida” significa
que o Senhor continuamente tem dado vida ao salmista, que, cheio de gratidão,
expressa o compromisso de jamais se esquecer dos mandamentos do Senhor. O
vocábulo “nunca” revela como é intensa a determinação do salmista: é como se
ele afirmasse: Independentemente da circunstância, qualquer que seja ela, eu
jamais me esquecerei dos mandamentos divinos! O sentimento do salmista parece
ser o mesmo do apóstolo Pedro quando afirmou: “Senhor, para quem iremos? Tu
tens as palavras da vida eterna” [João 6.68]!
A.
M. Cunha
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