sábado, 1 de novembro de 2014

(5) Frutos da Palavra – O glorioso convite de Cristo

Oração:
Pai celeste! É bom saber que o caminho de acesso a Ti está aberto: Posso achegar-me a Ti com liberdade e ampla intimidade! Por mais que eu esteja cansado e sobrecarregado, mesmo assim encontro lugar de aconchego em Ti!
Pai! Dá-me fé para que eu desfrute, no âmago de minha alma, o confortante alívio que o Senhor tem reservado para aqueles que se achegam a Ti.

Texto semente:
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.”
Mateus 11:28
A. M. Cunha


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

(4) Frutos da Palavra – No Senhor o nosso trabalho não é vão

Oração:

Senhor meu Deus, dá-me a força necessária para ser firme e uma resistência tal que me faça inabalável.
Não me deixes ficar acomodado na inatividade, mas me faça ser abundante em Tua obra.
Dá-me uma consciência madura para que eu possa discernir que todo trabalho a Ti dedicado jamais será em vão.

Texto semente:
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.”
I Coríntios 15:58

A. M. Cunha

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

(3) Frutos da Palavra – O meu redentor vive

Frutos da Palavra – Oração como Fruto da Palavra de Deus (3)

Oração:
Senhor inunda o meu pobre coração com a certeza de que Tu és meu redentor, pois somente em Ti eu sou livre da condenação do pecado.
Faça-me experimentar a firme convicção de que Tu estás vivo, não longe de mim, mas em mim. E porque Tu estás em mim, tens o eterno direito de governar a minha vida.
Conduza-me por caminhos que me façam perceber que Tu és aquele que se levanta sobre a terra para governar sobre todas as coisas.
Faça-me desfrutar hoje, e ainda nesta vida, todas as bênçãos decorrentes do poder que Tu tens para levantar-Se sobre a terra como supremo governante.

Texto semente:
“Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra.”
Jó 19:25
A. M. Cunha

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

(2) Frutos da Palavra – A integridade do meu coração

Série “Frutos da Palavra - Orando a Palavra de Deus”

Oração:
Senhor dá-me graça para não apenas agir com retidão em meu caminho, mas para fazê-lo com sabedoria.
Que o meu coração torne-se profundamente desejoso por Ti, de modo que sempre me leve a perguntar: “quando virás ter comigo?”.
Que esta vida elevada comece no meu lar, onde eu assuma o compromisso de viver “com integridade de coração”.

Texto semente:
“Portar-me-ei sabiamente no caminho reto. Oh, quando virás ter comigo? Andarei em minha casa com integridade de coração.”
Salmo 101:2
A. M. Cunha

terça-feira, 28 de outubro de 2014

(1) Frutos da Palavra – Entregando o meu caminho ao Senhor

Série “Frutos da Palavra - Orando a Palavra de Deus”

Breves meditações em Oração:
A Palavra de Cristo deve habitar ricamente em nós (Colossenses 3:16), de tal modo que nosso falar, com os homens e com Deus, seja por Ela profundamente influenciado. Oremos a partir da Palavra de Deus! Compartilho com vocês a série “Frutos da Palavra – Orando a Palavra de Deus”, como uma singela demonstração da “oração como Fruto da Palavra de Deus”.

Oração:
Senhor ajuda-me a descobrir o modo como posso verdadeiramente entregar o meu caminho a Ti. Encha o meu coração com fé, aumentando-a intensamente, para que eu autenticamente confie em Ti. Abra os meus olhos para que eu veja o que o Senhor já está fazendo e não perca nenhuma das ações que o Teu poderoso braço já está desempenhando em meu favor.

Texto semente:
“Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.”
Salmo 37:5

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

UM VISLUMBRE DA UNÇÃO BÍBLICA

Unção, esta tem sido uma palavra muito em voga. O sentido deste vocábulo como nos é apresentando pelo Novo Testamento parece sugerir para o seguinte: A consagração de um filho de Deus para uma tarefa espiritual, mediante a concessão dos poderes necessários para o seu cumprimento, ou, em outras palavras, significa revestir o cristão com o poder do Espírito Santo para o cumprimento de uma missão espiritual.
Um dos textos no Novo Testamento que nos eferece um singular indicativo desta palavra é Atos 10:38, que nos diz:

“como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele;”

De início, aprendemos que a unção é ato que vem de outro, profundamente conectado com o Espírito Santo e o poder a Ele inerente. Aquele que é ungido não o é para quedar-se estagnado, mas para “andar por toda parte”. A unção expressa-se em duas importantes manifestações espirituais:

(1) a bondade; e
(2) o sobrenatural.

A unção bíblica não é apenas sobrenatural ou apenas bondade, mas a profunda conexão destas duas manifestações.
Assim, o correto diagnóstico da unção na vida de um filho de Deus requer a identificação de que a bondade e o sobrenatural estão presentes na vida do discípulo de Cristo. Tanto a bondade como o sobrenatural são manifestações para fora, altruístas, portanto, destinadas ao próximo.
A força humana não é capaz de conduzir o discípulo a experimentar tais manifestações. O que se constitui no dínamo capacitador do discípulo de Cristo? A Escritura, em Atos 1:8, oferece-nos excelente esclarecimento nos seguintes termos:

“recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.”

À luz desta porção das Escrituras, identificamos o momento em que a unção é recebida e o propósito pelo qual ele é concedido ao discípulo de Cristo.

(1) Aspecto temporal da unção: Quanto ao momento, o texto nos assegura que o poder é recebido quando o Espírito Santo desce sobre o discípulo de Cristo;
(2) Aspecto propositado da unção: Por sua vez, o propósito pelo qual o poder é recebido é para capacitar o discípulo de Cristo para ser uma testemunha de Cristo na terra.

Assim, a unção é propositada, ou seja, é voltada para o cumprimento de um propósito específico.

Duas coisas são requeridas do discípulo de Cristo no que se refere à unção: Em primeiro lugar, considerando que o momento em que a unção é recebida é o mesmo em que o Espírito desce sobre a vida do discípulo, a unção requer do discípulo proximidade com o Espírito Santo. Por outro lado, considerando que a unção é propositada, ou seja, volta-se para o cumprimento de um propósito, a unção requer que o discípulo seja comprometido com o seu propósito.
Se o que alguém chama de “unção” não o impulsiona ao testemunho a respeito de Cristo, esta tal “unção” não é unção no sentido bíblico.


A. M. Cunha

sábado, 11 de outubro de 2014

AS CRIANÇAS E O CRISTO GLORIOSO: DEIXAR VIR E NÃO EMBARAÇAR


“Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus.”
Marcos 10:14

Que glorioso chamado de Cristo! Ele chamou as crianças para junto de Si! Estas palavras de Jesus são muito significativas, pois nelas, Ele apresenta duas importantes ordens acerca das crianças: 

1) Devemos deixar que as crianças venham a Ele; e

2) Não podemos criar qualquer tipo de embaraço quanto ao acesso das crianças a Jesus.

Numa perspectiva meramente humana, poderíamos até pensar que a razão pela qual devemos deixar que as crianças, sem qualquer embaraço, venham a Jesus seja em função da sua espontânea alegria. Outra justificativa, ainda sob o prisma humano, para que tal acesso seja garantido sem quaisquer obstáculos, é a extrema e constante necessidade de cuidados a que as crianças estão submetidas. Assim, sob essas óticas, as crianças deverem ter livre o acesso a Cristo por serem alegres e necessitadas.

No entanto, Cristo nos oferece uma justificativa muito mais elevada para que as crianças, sem embaraço, tenham livre acesso a Ele e a Sua mensagem: Porque delas é o Reino de Deus! Uma vez que o Reino de Deus lhes pertence, as crianças devem ter assegurado o acesso ao Senhor deste Reino e a Sua preciosa e inigualável mensagem. Em decorrência, Cristo requer que os adultos adotem duas condutas com relação às crianças: “Deixar vir” e “Não embaraçar”, porque delas é o Reino de Deus!

O chamado para “não embaraçar” confronta-nos com a seguinte advertência: É possível que homens sem amor genuíno criem embaraços em decorrência dos quais as crianças serão impedidas de se aproximarem de Cristo, ou terão este caminho dificultado. Por outro lado, o chamado para “deixar vir” lança-nos diante de uma gloriosa esperança: É possível que os homens sejam dotados de um tão singular amor que os tornem canais para que o acesso dos pequeninos ao Senhor Jesus seja viabilizado.

Por fim, não nos esqueçamos de que existem três classes de pessoas que, conforme o evangelho de Mateus, são descritas como sendo portadoras do reino de Deus:

[1] Os humildes de espírito (Mateus 5:3);
[2] Os perseguidos por causa da justiça (Mateus 5:10); e
[3] As crianças (Mateus 19:14).

Que glorioso lugar as crianças ocupam. Portanto, que não sejamos contados entre os que embaraçam, mas entre aqueles que são canais que deixam as crianças irem até Cristo
A. M. Cunha