quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

(20) Conexões Bíblicas – A face de Cristo é a glória de Deus!

Comentário
Jacó, por ordem divina, estava regressando para a terra dos seus pais (Gênesis 31:13). Esta ordem, porém, implicava na realização de algo que Jacó muito temia: Um encontro com Esaú, seu irmão. Permaneciam vívidas em sua alma as palavras de sua mãe: Eis que Esaú, teu irmão, se consola a teu respeito, resolvendo matar-te” (Gênesis 27:42). Enquanto obedecia, sua alma temia! Jacó encontrava forças na oração para prosseguir sua jornada de obediência. Após reconhecer a promessa, as misericórdias e a fidelidade de Deus para com sua vida (Gênesis 32:9-12), Jacó apresenta o seu temor diante de Deus com as seguintes palavras: Livra-me das mãos de meu irmão Esaú, porque eu o temo” (Gênesis 32:11). Seu temor não o impedia de obedecer às ordens divinas!
Esta jornada de obediência conduziu-o ao Ribeiro de Jaboque, onde se encontrou com Deus. Este encontro o salvou! Mesmo antes de ser salvo de Esaú, ele foi salvo de si mesmo, para tornar-se um novo homem. Após este encontro, Jacó exclamou: “Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva.” (Gênesis 32:30). A contemplação da face de Deus proporciona salvação!
É especial a conexão que a Escritura faz entre a glória de Deus e Sua face. A Bíblia diz que Moisés pediu para ver a glória de Deus (Êxodo 33:18). Em resposta Deus lhe disse: “Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá” (Êxodo 33:20). O próprio Deus conectou Sua glória com Sua face. É exatamente com tal compreendeu que o apóstolo Paulo nos apresenta a percepção bíblica do Novo Testamento. Em suas páginas, o Novo Testamento apresenta o atual caminho para a contemplação da Glória de Deus, conectando-o a Jesus Cristo. Paulo nos diz que somente é possível experimentar uma iluminação espiritual para conhecer a glória de Deus se estivermos diante da face de Cristo (II Coríntios 4:6). A face de Cristo é a glória de Deus! Contemplá-lo mediante a fé proporciona salvação, pois a Escritura anuncia o Seu propósito salvador desde o Seu nascimento ao afirmar: “porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21).

Textos conexos
“Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva.”
Gênesis 32:30

“Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.”
II Coríntios 4:6
A. M. Cunha

Gravura extraída de: http://www.artbible.org/pt/pintura-livro-lucas-42/2/#.VJvvOl4CA.

(19) Conexões Bíblicas – Jesus, o Supremo Pastor!

Comentário
Por intermédio do profeta Ezequiel, Deus afirma o seguinte: “Eis que eu mesmo procurarei as minhas ovelhas e as buscarei.” (Ezequiel 34:11). Ao menor sinal de dispersão entre Suas ovelhas, imediatamente o Senhor Deus busca o seu rebanho (Ezequiel 34:12). Não se trata de uma busca empreendida por quem não sabe onde está o que se perdeu, mas de uma busca por despertar no coração da ovelha o desejo de estar novamente com o seu pastor.
O Novo Testamento apresenta uma passagem similar, porém, no ambiente de uma parábola contada pelo Senhor Jesus. Trata-se da parábola da ovelha perdida. Nesta parábola está registrado o valor de uma ovelha. Conquanto tenha cem ovelhas, se determinado pastor perder apenas uma, ele “vai em busca da que se perdeu, até encontra-la” (Lucas 15:4). Este homem é uma figura do pastor anunciado pelo profeta Ezequiel. Seu amor por Suas ovelhas é intenso! Sua satisfação está na completude do Seu rebanho. Tendo noventa e nove ovelhas sob Seus cuidados, Ele não descansa enquanto não faz retornar ao aprisco aquela que se desgarrou! Desânimo e desistência são verbetes que não estão no seu vocabulário de busca. Sua procura é “até encontra-la” e Seu regresso é jubiloso, mesmo que carregue sobre os ombros a ovelha perdida que se desgarrou. O texto bíblico diz: “Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.” (Lucas 15:5).
O homem prefigurado em Lucas 15 é o Senhor Jesus, o mesmo Supremo Pastor anunciado profeticamente em Ezequiel 34:11-12!

Textos conexos
“Porque assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu mesmo procurarei as minhas ovelhas e as buscarei. Como o pastor busca o seu rebanho, no dia em que encontra ovelhas dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas; livrá-las-ei de todos os lugares para onde foram espalhadas no dia de nuvens e de escuridão.”
Ezequiel 34:11-12

“Então, lhes propôs Jesus esta parábola: Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.”
Lucas 15:3-5
A. M. Cunha

Gravura extraída de: http://ass5dejulho.blogspot.com.br/2010/01/o-senhor-e-o-meu-pastor-salmo-23.html.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

(18) Conexões Bíblicas – Filho de Deus, eis a identidade de quem crê em Jesus Cristo

Comentário
O povo de Israel estava na fronteira com a Terra Prometida, acampado no deserto de Parã. Deus ordena a Moisés que envie espias para a Terra de Canaã ao mesmo tempo em que os faz lembrar de sua promessa de lhes dar esta terra. Eis a palavras proferidas pelo Senhor Deus a Moisés: “Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel” (Números 13:2). Após quarenta dias os espias retornaram com um relato dividido em duas partes: 1) Relato de que a terra verdadeiramente manava leite e mel (Números 13:27); e 2) Relato de que os habitantes da terra eram poderosos e as suas cidades mui grandes e fortificadas. Dez dos espias concluíram o seu relato dizendo: “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.” (Números 13:31). Este diagnóstico desprovido de fé e, portanto, desestimulante, conduziu aqueles dez espias a concluírem o seguinte: “Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.” (Números 13:33). Em tão pouco tempo eles se esqueceram do poder do Deus que os libertou na escravidão egípcia. Nem mesmo atentaram para a seguinte repetição da promessa a eles reiterada quando foram convocados: “espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel”. Estes espias perderam sua identidade como povo que foi libertado do Egito e conheceu o braço poderoso do Senhor em favor dos Seus filhos.
O apóstolo João percorre um caminho contrário ao percorrido por aqueles dez espias. João se alinha à fidelidade e à confiança que repousava sobre Josué e Calebe, dois dos doze espias que foram enviados à Terra Prometida. Estes dois espias foram diferentes em suas conclusões quanto à terra. Ele disseram: “Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela.” (Números 13:30). João anuncia aos seus irmãos em Cristo que eles são amados por Deus, são filhos de Deus e estão vocacionados a serem semelhantes a Jesus. Deixemos que as palavras do apóstolo João falem por si mesmas: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo. Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.” (I João 3:1-2). João não se alia àqueles que acham que são como que gafanhotos diante de seus inimigos, ao contrário, ele discerne sua posição como alguém que é amado por Deus filho de Deus, que se tornou filho de Deus e que está vocacionado a ser semelhante a Jesus.

Textos Conexos
“Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.”
Números 13:33

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo. Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.”
I João 3:1-2
A. M. Cunha

Gravura extraída de: http://gilsonsantosdotcom.files.wordpress.com/2012/08/autumn_bunch_grapesnicolas.jpg

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

(17) Conexões Bíblicas – Aquele que crê em Jesus Cristo viverá.

Comentários
O povo de Israel, durante os dias de sua peregrinação no deserto, teve sua trajetória manchada por desagradáveis momentos de murmuração. Assim que saíram do monte Hor, estando nos arredores da terra de Edom, diz-nos a Escritura “o povo se tornou impaciente no caminho” (Números 21:4). A impaciência parece exercer um poder para desencadear a prática da murmuração. A Escritura Sagrada é descrita como sendo portadora da paciência que, juntamente com a consolação dela decorrente, conduz-nos à esperança (Romanos 15:4). Seria a impaciência uma evidência de que os filhos de Israel estavam destituídos dos mandamentos divinos e afastados de Suas promessas? Como consequência da murmuração, surgiram no deserto “serpentes abrasadoras” que mordiam o povo e muitos do povo de Israel morreram (Números 21:6).
Deus, porém, em Sua misericórdia, proveu um escape para o Seu povo. Diz-nos a Bíblia Sagrada que o Senhor deu a seguinte ordem a Moisés: “Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar viverá.” (Números 21:8). Um poder curativo era liberado sobre aquele que olhava para a serpente construída por Moisés! Que poder acha-se oculto nesta palavra “olhar”? O Senhor Deus diz de Si mesmo: “Olhai para mim e sede salvos” (Isaías 45:22).
O Novo Testamento nos aponta as seguintes palavras de Jesus Cristo: “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna.” (João 3:14-15). Observe, porém, que Jesus, substitui a palavra “olhar”, pela palavra “crê”. Isto significa que olhar é sinônimo de crer. A fé assume um importante papel na vida cristã. Por isso nos é dito que “o justo viverá pela fé”, tanto no Velho Testamento como no Novo Testamento (Habacuque 2:4, Romanos 1:17, Gálatas 3:11 e Hebreus 10:38).
Aquele que olhava para a serpente construída por Moisés, vencia o poder da morte das serpentes venenosas. Aquele que olha (crê) para Jesus Cristo vence o poder da morte que advém do pecado. Aquele que crê em Jesus Cristo viverá!

Textos conexos
“Disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar viverá.”
Números 21:8

“E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna.”
João 3:14-15 
A. M. Cunha
Gravura extraída de:

https://viagenzinhahein.files.wordpress.com/2014/10/800px-d184d191d0b4d0bed180d0b1d180d183d0bdd0b8-d0bcd0b5d0b4d0bdd18bd0b9d0b7d0bcd0b8d0b9.jpg

sábado, 20 de dezembro de 2014

(16) Conexões Bíblicas – Cristo expande o mandamento de amar o próximo

Comentário
O mandamento divino acerca do amor, conforme lemos em Levítico 19:18, contrapõe duas abstenções em face da ação de amar. As abstenções são: não promover vingança e não guardar ira contra os filhos do povo de Israel. O mandamento que se contrapõe a estas duas abstenções é a ação de amar o próximo como a si mesmo.
Cristo afirmou que o ato de “amar o próximo como a si mesmo” é o segundo mandamento da Lei semelhante ao primeiro (Mateus 22:39). Este segundo mandamento estabelece que “amar o próximo” tem um paradigma: como a si mesmo.
O Senhor Jesus Cristo expande o paradigma deste “amar o próximo” ao consignar o seguinte: “como eu vos amei” (João 13:34). Sabendo a profundidade desta expansão, Cristo diz aos Seus discípulos que lhes dará um “Novo Mandamento”. Eis Suas palavras reveladoras: “Novo mandamento vos dou: (...) assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (João 13:34). Cristo expande o mandamento de amar o próximo, lançando como paradigma para o seu exercício por parte dos filhos de Deus o modo como Ele os ama.

Textos conexos
“Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.”
Levítico 19:18

“O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Mateus 22:39

“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.
João 13:34
A. M. Cunha

Gravura extraída de: http://www.snpcultura.org/id_a_primeira_palavra_janeiro_2009.html.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

(15) Conexões Bíblicas – Cristo, o caminho que nos conduz ao Pai Celestial!

Comentário
Após a queda do homem o livro de Gênesis registra uma das mais veementes perguntas já formuladas por Deus: “E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? (Gênesis 3:9). Esta pergunta revela o desejo de Deus em ter comunhão com o homem. No entanto, a queda, por expressar o domínio do pecado sobre a natureza humana, representava um estado de separação provocado unicamente pelo homem. O texto sagrado deixa evidente este estado de separação ao mencionar o seguinte: “as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus” (Isaías 59:2). Uma vez estabelecida a separação, o homem viu-se privado do contato com a árvore da vida, razão porque foi expulso do Jardim do Éden. A este respeito as Escrituras anunciam que Deus “colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida. (Gênesis 3:24). Este é um dos primeiros registros bíblicos da palavra “caminho”.
O Novo Testamento também se utiliza deste vocábulo em várias ocasiões, uma delas diz respeito a uma das mais conhecidas declarações de Jesus acerca de Si mesmo. Ele declara: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. (João 14:6).
A primeira menção do vocábulo “caminho” anunciava “o caminho está fechado”. Porém, nesta segunda citação temos o maravilhoso anúncio: “O caminho está aberto”! Maravilhoso, Cristo é o caminho que torna novamente possível o homem ter comunhão com Deus, desfazendo assim o estado de separação. Cristo, o caminho que nos conduz ao Pai Celestial!

Textos conexos
“E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida.
Gênesis 3:24


“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

João 14:6
A. M. Cunha

Gravura extraída de: http://www.batistakoinonia.com/?p=501.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

(14) Conexões Bíblicas – O ato criador de Deus: Do jardim à cidade celestial

Comentário
No âmbito do propósito criador de Deus, nos primórdios do Seu ato criador temos uma importante edificação: Um jardim no Éden. Diz-nos a Escritura que “plantou o Senhor Deus um jardim no Éden” (Gênesis 2:8). O potencial de vida neste jardim é terreno, pois o texto sagrado nos diz: “Do solo fez o Senhor Deus brotar toda sorte de árvores” (Gênesis 2:9).
O propósito criador de Deus está em progresso e expansão, pois o Seu ato criador não se exauriu no Éden, mas terá o seu ápice com a edificação da “Nova Jerusalém”. A seu respeito o livro de Apocalipse afirma o seguinte: “Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus” (Apocalipse 21:2). João, o evangelista, mostra-nos que a capacidade para ver esta cidade celestial não decorre da natureza humana, mas de uma atividade puramente espiritual que pode ser detectada na expressão “em espírito”, contida em Apocalipse 21:10.
Assim, percebemos que o potencial de vida existente no Jardim do Éden era terreno, ao passo que o potencial de vida existente na Nova Jerusalém é celestial, por isso se diz que esta cidade “descia do céu, da parte de Deus” (Apocalipse 21:10). A atividade espiritual de Cristo em conceder a salvação àqueles que nele creem é o passaporte espiritual para entrada nesta cidade celestial. Não é a atividade humana que assegura tal ingresso, pois nesta cidade “nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Apocalipse 21:27).

Textos conexos
“E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado. Do solo fez o Senhor Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal.”
Gênesis 2:8-9

“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. (...) e me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus”
Apocalipse 21:2 e 10

A. M. Cunha


Gravura extraída de: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Peregrino#mediaviewer/File:Pilgrim%27s_Progress_2.JPG.