quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

PELA FÉ EM JESUS CRISTO O HOMEM COMPREENDE TUDO O QUE DEUS DIZ A RESPEITO DE SI MESMO E DA SALVAÇÃO


“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome;”
João 1:12

Apesar de muitos não O terem recebido, conforme João 1:11, Jesus foi recebido por várias pessoas. E estas pessoas que O receberam são aqueles que O consideram Senhor de suas vidas. Receber é o mesmo que crer, por isso se diz: “a saber, aos que creem no seu nome” [João 1:12]. Em decorrência desta fé, Jesus dá uma dádiva, um maravilhoso presente aos que Nele creem. Essa dádiva, capaz de suprir a real necessidade do ser humano, é o poder capaz de transformar a aquele que crê em filho de Deus [a mais graciosa condição que um ser humano pode obter]. Esse poder, cumpre-nos aqui enfatizar, é concedido àquele que crê, ou seja, àquele que detém uma extraordinária confiança, por meio da qual o homem tem por verdade, como de fato é, tudo aquilo que Deus afirma a respeito de Si e da salvação. O destinatário dessa fé é o nome de Jesus, que está acima de todo nome.
A. M. Cunha

DÉCIMA NONA SEÇÃO – SALMO 119:148

Salmo 119:148 – “Os meus olhos antecipam-se às vigílias noturnas, para que eu medite nas tuas palavras” No Salmo 119:147, o salmista antecipava-se ao alvorecer do dia, ou seja, ele interrompia o seu sono para dedicar-se à Palavra de Deus. Aqui, no Salmo 119:148, o texto parece sugerir que o salmista antecipava-se, não ao alvorecer do dia, mas às vigílias noturnas, ou seja, ele retardava o seu sono para meditar na Palavra de Deus. Ressalte-se, porém, que o salmista possuía um propósito específico quando postergava o seu sono: Suas palavras são incisivas quanto a isto: “para que eu medite nas tuas palavras”.

No Salmo 119:147, a Palavra de Deus era uma maravilhosa inspiração de confiança para o salmista, por isso se diz “na tua palavra, espero confiante”. Aqui, no Salmo 119:148, os olhos do salmista estão postos no valor da Palavra de Deus para a sua vida. Em decorrência, ele sente-se encorajado a investir tempo, inclusive aquele próprio para o sono noturno, para meditar na Palavra de Deus!
A. M. Cunha

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

MEDITAÇÕES NO EVANGELHO DE MATEUS - Capítulo 13


Continuando os meus estudos no Evangelho Segundo Mateus, deparei-me, hoje, com o capítulo 13. Podemos com segurança chamá-lo de “O Capítulo das Parábolas do Reino de Deus”, pois o seu conteúdo destila o “Reino de Deus”!

A fala de Jesus é assim inicialmente descrita: “Eis que o semeador saiu a semear”. Jesus não é apenas o primeiro semeador, Ele é o semeador modelo! E Ele saiu e semeou! Hoje, a tarefa é nossa! Uma inexorável pergunta surge diante de nós: Assim como Ele saiu e semeou, estamos nós saindo e semeando? Essa não é uma pergunta sem propósito, pois comparando-nos com Jesus, a Escritura diz o seguinte a nosso respeito: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” [João 20:21].

O quê Jesus semeou ao exercer Sua atividade de semeador? Ele semeou a semente que é a “Palavra do Reino de Deus” [Mateus 13:19 e Lucas 8:11]! Uma vez que sabemos o que Ele semeou, somos convocados a investigarmos cuidadosamente o conteúdo da “mensagem de Jesus”, pois é exatamente esta a mensagem que devemos anunciar! Outra inexorável pergunta emerge dessas conclusões: O conteúdo do que estamos semeando corresponde exatamente com o conteúdo da “Palavra do Reino de Deus”?
A. M. Cunha

DEUS É O DESTINATÁRIO CELESTIAL DA ADORAÇÃO


“[1] Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. [2] Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico. [...] [5] Porque o Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade”
Salmo 100:1, 2 e 5

Os versículos 1 e 2 do Salmo 100, descrevem uma perspectiva “modal” quanto ao relacionamento do homem com Deus. Descrevem, portanto, o “modo” como se deve “celebrar” a Deus, “servir” a Deus e “apresentar-se” diante Dele:

[1] Conforme o Salmo 100:1, o povo deve celebrar a Deus cheio de júbilo. O povo é, portanto, convocado a ser vibrante em seus atos de louvor.

[2] O versículo 2 do Salmo o serviço prestado a Deus deve ser objeto de uma execução alegre. A murmuração não deve acompanhar aquele que serve a Deus, a alegria, por outro lado. Deve ser sua convidada de honra. Serviço sem alegria é mera execução mecânica, serviço com alegria é uma declaração de amor!

[3] Ademais, ainda de acordo com o versículo 2, todo servo de Deus deve apresentar-se diante Dele com cântico, que, conforme Hebreus 13:5, “é o fruto de lábios que confessam o seu nome”.

Assim sendo, o propósito do Salmo 100 é descrever o modo como o homem deve celebrar, servir e apresentar-se diante de Deus. Portanto, a celebração, o serviço e a apresentação possuem um destinatário celestial: o próprio Deus. Em decorrência, a adoração [celebração, serviço e apresentação] não devem ter como destinatário o próprio povo, mas o Senhor! A adoração não se destina a quem a executa – o povo, mas a quem se executa – o Senhor!

Por fim, de acordo com o versículo 5, os cristãos têm, pelo menos, três fundamentais motivações para adorarem a Deus:

[a] A primeira delas é estar convicto de que o Senhor é bom. Quando se diz que o Senhor “é” bom, o foco é destacar que Ele é continua e invariavelmente bom! Dele jamais se pode dizer que um dia “foi bom” ou que um dia “será bom”. Não, Ele é eternamente bom, ontem, hoje e sempre!

[b] A segunda motivação é a certeza de que a misericórdia divina [Seu amor leal] é eterno! Por Sua misericórdia para conosco sempre somos tratados por Deus com bondade, benignidade e longanimidade!

[c] Por fim, a terceira motivação é o fato de que fidelidade de Deus permanece por todas as gerações! É comum que uma geração experimente modificações, tornando-se diferente de outra geração. Por vezes, essa modificação representa uma regressão de valores e qualidades existenciais. Porém Deus continua imutável em Sua fidelidade, ainda que as gerações sofram drásticas modificações no seu modo de vida! A fidelidade de Deus é, portanto, permanente para conosco!
A. M. Cunha

MEDITAÇÕES NO EVANGELHO DE MATEUS - Capítulo 12


Prosseguindo minha leitura no Evangelho Segundo Mateus, deparei-me com os versículos 34 e 35 do capítulo 12. De acordo com estes versículos, o conteúdo do nosso falar é a exata expressão de tudo o que habita o nosso coração. O texto bíblico afirma que “a boca fala do que está cheio o coração” [Mateus 12:34]. Nosso desafio é tornar o nosso coração cheio de coisas boas, pois isso será um valioso tesouro que transformará o modo e o conteúdo daquilo que falamos! Harmonizando-se com tal reflexão, a Escritura anuncia: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” [Provérbios 4:23].
A. M. Cunha

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

AQUELE QUE CONHECE A DEUS ACABARÁ POR CONHECER ASPECTOS PARTICULARES DE SUA PRÓPRIA EXISTÊNCIA


“Sabei que o Senhor é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio”
Salmo 100:3

O cristão é chamado a conhecer quem é o Deus a quem serve. A palavra hebraica ידע [yada`], traduzida como “Sabei” tem o sentido de conhecer, perceber, descobrir, discernir, saber por experiência, compreender, estar familiarizado com e ser instruído. Quando Deus é conhecido na forma indicada neste Salmo, aquele que O conhece acabará por conhecer aspectos particulares de sua existência. Tal conhecimento é, portanto, altamente instrutivo para o cristão, pois o faz compreender os seguintes aspectos da sua própria identidade: [1] Ele é criação de Deus – “foi ele quem nos fez”; [2] Ele faz parte do povo que é propriedade de Deus – “dele somos; somos o seu povo”; [3] Ele faz parte do rebanho que é por Ele apascentado – “somos o seu [...] rebanho do seu pastoreio”.
A. M. Cunha