"Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. (Tiago 1:17)
domingo, 15 de março de 2020
sexta-feira, 13 de março de 2020
UM CRUEL DIAGNÓSTICO E UMA MAJESTOSA ESPERANÇA
“Eis que estou à porta e bato; se alguém
ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e
ele, comigo.”
Apocalipse 3:20
Um cruel diagnóstico e uma majestosa
esperança. É isto o que encontramos neste precioso versículo! Sou
particularmente tomado por um nefasto choque, quando percebe com quem Jesus
estava falando. De acordo com Apocalipse 3:14, Jesus estava falando com a
igreja em Laodicéia. Em Suas palavras, Jesus deixa bem claro que Ele estava do
lado de fora. Este é o cruel diagnóstico: Jesus estava do lado de fora da
igreja! É extremamente cruel perceber que Jesus estava do lado de fora do único
lugar de onde Ele jamais deveria ter sido expulso: Sua igreja!
Há, no entanto, uma majestosa esperança
neste mesmo versículo! Quão maravilhosa é a vida espiritual: onde encontramos
aquilo que se apresenta como nossa maior dor, poderá ser o mesmo lugar onde
encontraremos nossa majestosa esperança! O Senhor deixa bem claro que, se
alguém ouvir a Sua voz, Ele entrará naquela casa! É extremamente majestoso
perceber que o lugar onde nos deparamos com nosso mais cruel diagnóstico poderá
ser o mesmo lugar onde desfrutaremos nossa mais libertadora esperança! Se
alguém abrir a porta, Jesus entrará!
A. M. Cunha
quinta-feira, 12 de março de 2020
O ANELO POR DEUS PERMITE QUE ELE SEJA EFETIVAMENTE CONTEMPLADO PELO SEU POVO
O
anelo por Deus é um importante mecanismo por meio do qual Deus será contemplado
no santuário, o ambiente das reuniões do Seu povo. Quando Deus é efetivamente
contemplado por Seu povo, Sua força e Sua glória são graciosamente vistas por
aqueles que por Ele anelam. O anelo que permite que Deus seja contemplado é cuidadosamente
descrito salmista com as seguintes palavras: “eu te busco ansiosamente; a minha
alma tem sede de ti; meu corpo te almeja”.
A. M. Cunha
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