"Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. (Tiago 1:17)
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
RESGATANDO O DESEJO PELA FAMÍLIA PARA COM O SOLTEIRO
“O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte
que o cumprimento da lei é o amor. E digo isto a vós outros que conheceis o
tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa
salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a
noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e
revistamo-nos das armas da luz.”
Romanos
13:10-11
O TEXTO
APRESENTA DUAS IMPORTANTES REALIDADES
1.
EXISTEM PESSOAS QUE
CONHECEM O TEMPO
·
Volta
do Senhor;
·
Necessidade
de avivamento;
·
Importância
de ganhar almas, etc.
2.
EXISTEM PESSOAS QUE
ESTÃO DORMINDO
·
Apesar
de existirem pessoas que conhecem o tempo, lamentavelmente, muitas destas
pessoas estão dormindo. (A parábola das dez virgens).
NOSSAS
FAMÍLIAS ESTÃO VIVENDO UM TENEBROSO SONO
Porque que é que eu posso apresentar esta
afirmação? Minha resposta: Eu vejo a
família sendo atacada e não consigo
perceber movimentos que demonstrem qualquer
reação contra tais ataques.
UM DUPLO
ATAQUE CONTRA A FAMÍLIA
1.
O SISTEMA MALIGNO DA
PRESENTE ERA
·
Estímulo
à pornografia;
·
Estímulo
à rebeldia;
·
Estímulo
à falta de diálogo;
·
Estímulo
à afeição exterior.
O ataque do sistema maligno desta era é um
ataque de fora para dentro. No
entanto, existe um segundo tipo de ataque, tão perigoso e agressivo quanto o
primeiro, porém, sua origem não é exterior. Este segundo tipo de ataque tem sua
origem dentro de nós.
2.
NOSSA OMISSÃO EM TRAZER
O REINO DE DEUS PARA DENTRO DE NOSSOS LARES
Nossos lares estão cheios de pessoas fervorosas, que adoram, que pregam e que
servem. Porém todas estas práticas ocorrem apenas no TEMPLO.
ENQUANTO
NÃO RECONHECERMOS NOSSA CONTRIBUIÇÃO PARA COM O ESTADO ESPIRITUAL DE NOSSOS
LARES, NÃO CONSEGUIREMOS MODIFICAR NADA.
SOMOS
CONVOCADOS A TER DUAS IMPORTANTES ATITUDES
·
Uma
nova leitura da Palavra de Deus;
·
Redescobrir
os irmãos que vivem em nossa casa.
1. PRIMEIRA ATITUDE: UMA NOVA LEITURA DA PALAVRA
DE DEUS
Existem
comportamentos em nossa vida que limitam nossa percepção da palavra de Deus. a)
Salmo 1º, 23 e 91; b) Filipenses 4:13; e c) João 3:16, etc.
O
fato é que, quando o assunto é vida familiar, nós não temos aplicado a Palavra
à família. E onde está o problema?
Em nosso modo de ler a Bíblia.
ALGUNS EXEMPLOS:
·
Gálatas 6:2 – Levar as cargas;
·
Romanos 12:10 – Amar cordialmente;
·
Efésios 4:2 – Suportar;
·
Efésios 5:21 – Sujeitai-vos uns aos
outros.
2. PRIMEIRA ATITUDE: REDESCOBRIR OS IRMÃOS QUE
VIVEM EM NOSSA CASA
“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!
É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de
Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce
sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para
sempre.”
Salmo
133:1-3
quinta-feira, 22 de maio de 2014
UM VISLUMBRE DA TEOLOGIA BÍBLICA DOS DONS ESPIRITUAIS
O texto de I Coríntios 14:26 parece sugerir o modo
comum de uma reunião dos cristãos primitivos. Vejamos o que nos anuncia a
mencionada porção das Escrituras:
“Que fazer, pois, irmãos? Quando
vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra
língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação.”
I Coríntios 14:26
Extrai-se do texto que as reuniões propiciavam aos
cristãos uma tríplice experiência: 1) Louvor e adoração; 2) Ensino; e 3)
Manifestação dos dons espirituais. O louvor e adoração estão contidos no
vocábulo “salmo”; o ensino, por sua vez, revela-se no vocábulo “doutrina” [quem
sabe, até mesmo no vocábulo “revelação”]; e, por fim, a manifestação dos dons
espirituais encontra-se prevista nos vocábulos “língua”, “interpretação” [quem
sabe, até mesmo no vocábulo “revelação”].
De todo modo, é importante perceber que esta
tríplice experiência não está restrita a apenas um membro do Corpo de Cristo,
mas a uma pluralidade de membros. Isto pode ser percebido nos vocábulos “um”,
“outro”, “este”, “aquele” e, “ainda outro”. Todos os membros têm sua função no
Corpo de Cristo, como nos diz Paulo, “assim
como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma
função,” [Romanos 12:4]. Não se pode, no entanto, esquecer o propósito de
tudo o que se vê no texto acima: “Seja
tudo feito para edificação”. Assim, é possível perceber que os dons
espirituais são importantes porque promovem a edificação da igreja. Em
decorrência, devem ser cultivados numa perspectiva de edificação do Corpo de
Cristo.
Nunca é demais lembrar que a disciplina prática
para o exercício dos dons espirituais parece estar indicada nos capítulos 12,
13 e 14 da Primeira Carta de Paulo aos Coríntios. Estes três capítulos sugerem
três importantes aspectos práticos para o bíblico exercício dos dons
espirituais, a saber:
1) Capítulo 12 – A lista, muito provavelmente não
exaustiva, de dons nele contida, aponta para a necessidade de conhecimento dos
dons espirituais. Assim, este capítulo anuncia o primeiro aspecto prático
acerca dos dons espirituais: a necessidade de conhecê-los;
2) Capítulo 14 – A narrativa contida neste capítulo
é um veemente ensino acerca do modo como os dons devem ser exercidos. Desta
forma, tal narrativa anuncia o segundo aspecto prático acerca dos dons
espirituais: a forma como devem ser exercidos; e
3) Capítulo 13 – A descrição do amor, como aquele
que permanece e que oferece sentido e substância aos dons, aponta para o amor
como sendo a motivação do conhecimento dos dons espirituais e da forma como
devem ser exercidos. Assim, este capítulo revela o terceiro aspecto prático
acerca dos dons espirituais: a motivação para o seu conhecimento e exercício é
o amor.
Por fim, a disciplina prática para o exercício dos
dons espirituais não se restringe apenas à narrativa contida nos capítulos 12,
13 e 14 da Primeira Carta de Paulo aos Coríntios. Muitas passagens da Escritura
apontam para esta disciplina de modo mais prático. Observemos, por exemplo, a
seguinte orientação do apóstolo Pedro:
“Servi uns aos outros, cada um
conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de
Deus.”
I Pedro 4:10
Esta narrativa bíblica nos oferece as seguintes
diretrizes acerca da prática dos dons espirituais: 1) a quem servir; 2) como
servir; e 3) com que qualidade servir. No item 1, vemos que a prática dos dons
espirituais deve ser exercida com mutualidade. Tal conclusão decorre da
expressão “uns aos outros”. No item
2, percebemos que a prática dos dons espirituais deve ser exercida conforme do
dom recebido. Pelo item 3, por fim, percebemos que a prática dos dons
espirituais deve ser exercida de tal modo que os servos de Deus se revelem “como
bons despenseiro da multiforme graça de Deus”.
Todos estes textos apontam para a realidade de que
a prática dos dons espirituais deve ser exercida num contexto de edificação da
igreja.
A.
M. Cunha
segunda-feira, 19 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
A MUTUALIDADE NA VIDA DA IGREJA
Todas as pessoas, inclusive você,
necessitam de amparo, ajuda, apoio, abraço, aceitação, compreensão. Todos necessitamos
de cuidado! A Bíblia possui uma palavra que é muito importante para todos nós:
“apascentar”. De acordo com as Escrituras o apascentar é uma das atividades de
nosso Senhor. São dele as seguintes palavras: “Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e eu as farei repousar, diz o
Senhor Deus.” [Ezequiel 34:15]. Uma importante realidade que devemos
guardar em nosso coração é o fato de que, hoje, o Senhor apascenta o Seu
rebanho por nosso intermédio.
Há um rebanho para ser apascentado: A
igreja é este rebanho! Nós somos chamados para apascentar uns aos outros.
Devemos, portanto, levar o rebanho a pastos verdejantes e a águas tranquilas,
protegê-lo dos lobos vorazes e do inimigo. Apascentar é dar comida, água, proteção,
cuidado e orientação ao rebanho, que é a igreja de Deus. A igreja é um
ambiente onde o apascentar deve fluir em abundância.
No entanto, olhando para a nossa vida
como igreja podemos perceber duas realidades. A primeira delas é que apenas
alguns estão apascentando; e
a outra, por outro lado, demonstra o fato de que muitos estão desejando ser
apascentados. Porém, se
continuarmos com estes dados, inquestionavelmente não será possível que todos
sejam supridos com o apascentar. Quero, portanto, relatar o que está
acontecendo conosco por causa desta forma com que a vida cristã tem sido
vivenciada pelos cristãos de nossa era:
Em primeiro lugar, percebemos que aqueles que assumem o compromisso de apascentar,
não conseguem apascentar a todos. Por isso, estão sofrendo com um angustiante
sentimento de culpa por acharem que não estão cumprindo sua tarefa no Corpo de
Cristo. Noutra via, por causa do pequeno número de apascentadores, muitos
daqueles que apenas desejam ser apascentados, não recebem o cuidado que precisam.
Por isso, estão sofrendo com um sentimento de abandono e de solidão,
sentindo-se desvalorizados como pessoas.
O quê está faltando então? A MUTUALIDADE.
O Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa define mutualidade como:
Qualidade ou estado do que é mútuo, reciprocidade, permutação, troca.
Embora não seja fácil de praticar, tudo é muito simples: Devemos dar e receber.
Assim, se todos estiverem dispostos a apascentar, todos serão cuidados
mutuamente. Esta é a única forma que temos para, efetivamente, experimentar a
mutualidade!
A. M. Cunha
sexta-feira, 9 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
O DIVINO APASCENTAR DESPERTA UMA CONDUTA PRÁTICA NA VIDA DA OVELHA
O salmista, que se manteve passivo durante todo
o Salmo 23, agora, no versículo 6, tendo o coração dilatado pelo divino amor,
mostra sinais de uma ativa conduta em sua jornada ao lado do pastor divino. O
amor destilado neste Salmo transborda na vida do salmista concedendo-lhe duas
importantes perspectivas para sua peregrinação nesta terra: 1) a prática da
bondade e da misericórdia; e 2) uma firme resolução de habitar na Casa do
Senhor. Esta dupla perspectiva, fruto do divino apascentar, é o despertar de
uma conduta prática na vida da ovelha.
“Bondade e misericórdia
certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor
para todo o sempre.”
Salmo 23:6
A primeira perspectiva da jornada do salmista é
a “prática da bondade e da misericórdia”:
O salmista anuncia que a “bondade e a
misericórdia” certamente o seguirão. Não se fala aqui do salmista como
destinatário da “bondade e da misericórdia”, mas como alguém, cuja peregrinação
neste mundo deixará um rastro de “bondade e misericórdia”. Sim, o salmista,
após desfrutar da doçura do divino apascentar, tem a sua alma inundada pela
convicção de que ele mesmo praticará a “bondade e a misericórdia”. Nesta
perspectiva, o salmista se dispõe a obedecer a ordem do Senhor anunciada pelo
profeta Zacarias que assim fez ecoar a sua voz: “Executai juízo verdadeiro,
mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (Zacarias 7:9).
A segunda perspectiva da jornada do salmista é
a firme resolução de habitar na Casa do Senhor para sempre:
O salmista declara: “habitarei na Casa do Senhor
para todo o sempre.” De acordo com o Salmo 27:4, este habitar
decorre de um pedido e de uma busca. O Salmo 27:4 registra a seguinte fala do
salmista: “Uma coisa peço (pedido) ao Senhor, e a buscarei (busca): que eu
possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida”. Observe que não existe
passividade aqui; ao contrário, o salmista, numa conduta marcantemente prática,
“pede” e “busca” habitar na Casa do Senhor. O ato de “pedir” aponta para a
existência de oração, e o ato de “buscar” aponta para a existência de um
conjunto de atitudes práticas que se harmonizam com a oração.
O divino apascentar é um indicador de caminhos
para a frágil ovelha que, de tanto ser amada e cuidada com a bondade e a misericórdia
do divino pastor, sente-se encorajada a imitá-Lo, fazendo de sua própria
peregrinação um rastro de “bondade e misericórdia”. Sua alma é fortemente
dominada pelo desejo de habitar na Casa do Senhor, pois esta habitação é
expressão de um singular desejo de inunda o seu coração: Estar, tanto quanto
possível, perto do Senhor, para dEle continuar aprendendo os segredos de uma
peregrinação que reproduza o Seu divino apascentar.
Bom desfrute a todos.
Em Cristo.
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