quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

HÁ UMA PROMESSA: O MEDO SERÁ VENCIDO

“não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.”
Isaías 41:10

Em certas circunstâncias é possível sentir-se dominado pelo medo e paralisado pelo assombro. O texto bíblica de Isaías 41:10 contem três verbos que revelam três diferentes situações no modo como os servos de Deus podem vencer o medo e o assombro.

[1] “eu te fortaleço”: A primeira situação é aquela na qual o Senhor concede a força necessária para que os Seus servos lutem contra o medo e o assombro;

[2] “eu [...] te ajudo”: A segunda situação é aquela na qual o Senhor une-se aos Seus servos na luta contra o medo e o assombro;

[3] “eu [...] te sustento”: A terceira situação é aquela na qual o Senhor luta no lugar dos Seus servos, quando estes se acham absolutamente desprovidos de forças para lutarem contra o medo e o assombro.

Estas três situações revelam o seguinte: O servo de Deus luta [Eu te dou força], o Senhor luta com o Seu servo [Eu te ajudo] e o Senhor luta em seu lugar [Eu te sustento]. Desta forma, existe uma extraordinária promessa em nossa jornada para vencermos o medo: O Senhor nos dá força para lutar, o Senhor luta conosco e o Senhor luta em nosso lugar!
A. M. Cunha

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

OS QUE VIVEM EM COMUNHÃO COM O SENHOR ESTÃO EM SEGURANÇA


“Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.”
Isaías 41:13

O salmista, no Salmo 73:23, diz o seguinte ao Senhor: estou sempre contigo, tu me seguras pela minha mão direita”. De acordo com estas palavras, a expressão “segurar alguém pela mão direita” é um indicativo de que estas pessoas estão em comunhão e desfrutam de mútua intimidade. Por sua vez, o texto de Isaías 41:13 é uma firme declaração de que a expressão “Não temas, que eu te ajudo” está reservada para aquele a quem o Senhor toma pela mão direita.

Quando se compara o Salmo 73:23 com o texto de Isaías 41:13, extrai-se o seguinte princípio: Estará em segurança aquele que se mantém em comunhão com o Senhor e com Ele caminha em intimidade. Portanto, aquele que diz “não temas, que eu te ajudo” é o supremo aniquilador de todas as dúvidas e temores, o Senhor que tudo pode e tudo sabe, o eterno doador de segurança para todos os que O temem!
A. M. Cunha

domingo, 20 de janeiro de 2019

DEUS SUPRIRÁ AS NECESSIDADES DOS SEUS FILHOS


“E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.”
Filipenses 4:19

O vocábulo grego para “suprir” é πληροω [pleroo], cujo sentido, entre outros, é preencher até o máximo, fornecer ou suprir liberalmente, fazer completo em cada particular, trazer a realização. Assim, esse texto bíblico anuncia que o ilimitado Deus, em recursos, fontes e poder, está profundamente comprometido em suprir as necessidades dos Seus filhos.

Especial cuidado, no entanto, deve-se ter com o vocábulo “necessidade”. Em decorrência, o princípio bíblico aqui anunciado é: O compromisso de Deus para com os Seus filhos é suprir-lhes as necessidades, não necessariamente os desejos.

Ademais, a fonte dos recursos para o suprimento de tais necessidades não se origina na terra, mas nos tesouros celestiais, por isso se diz: “segundo a sua riqueza em glória”!

Portanto, Em Deus, e segundo os Seus poderosos e inefáveis recursos celestiais, existe a promessa de que as necessidades, e não necessariamente os desejos, dos Seus filhos serão supridas.
A. M. Cunha

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

O REINO DE DEUS É TAMBÉM UM ESTILO DE VIDA


“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens
Romanos 14:17-18

O Reino de Deus, este é um dos gloriosos temas da Escritura. O texto de Romanos 14:17 parece-nos ser o único lugar das Escrituras que faz uso da fórmula “o Reino de Deus é”. A seu respeito, a Escritura fazia uma abordagem comparativa: “O reino de Deus é assim como” [Marcos 4:11], “A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei?” [Lucas 13:18] ou “A que compararei o reino de Deus?” [Lucas 13:20]. Noutras ocasiões, abordava-se a possibilidade de vê-lo [João 3:3], de entrar [João 3:5], ou ainda a questão da sua proximidade [Marcos 1:15]. O Reino de Deus, não é fácil defini-lo. O apóstolo Paulo, no entanto, apresentou-nos uma gloriosa definição: “o reino de Deus [...] é [...] justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” [Romanos 14:17]! No entanto, o apóstolo não interrompe sua conceituação, sem antes afirmar: “Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens” [Romanos 14:18]. Não nos parece razoável analisar estes versículos separadamente. Estes dois versículos formam um todo inseparável! O conceito está no versículo 17. Paulo, porém, alarga a nossa compreensão acerca do conceito de Reino de Deus, conectando esse conceito à expressão “Aquele que deste modo serve a Cristo”. O Reino de Deus, conceituado no versículo 17, é apresentado, no versículo 18, como um serviço prestado a Cristo. Assim, o Reino de Deus é também um estilo de vida caracterizado por um serviço a Cristo que agrada a Deus e é aprovado pelos homens!
A. M. Cunha

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

MEDITAÇÕES NO EVANGELHO DE MARCOS – Capítulo 1


O Evangelho de Marcos apresenta uma abordagem extremamente intensa. O conteúdo do primeiro capítulo, imediatamente após o anúncio de uma profecia a respeito de Jesus Cristo, o evangelista apresenta a seguinte narrativa: Jesus foi batizado, venceu a tentação no deserto, pregou o evangelho do Reino, escolheu discípulos, ensinou na sinagoga, curou enfermos e expulsou demônios. Registra-se ainda, que Jesus levantava-se alta madrugada para orar! Um início repleto de ação! Tudo o que Ele fez o qualificava a ser modelo: uma referência a ser seguida! É exatamente esta qualidade, como modelo e referência, que caracteriza o chamado contido no versículo 17 do capítulo primeiro deste Evangelho: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”. É exatamente a expressão “Vinde após mim” que qualifica Jesus como modelo dos Seus discípulos. Esta expressão poderia ser assim reproduzida: Venham, observem o que estou fazendo, e assim como eu fizer, façam vocês também! Jesus não apenas chamava os discípulos a fazerem algo, Ele, desenvolvendo uma parceria com eles, não apenas os observava fazer, mas juntamente com eles fazia, como modelo e referência, tudo aquilo que deveria ser feito!
A. M. Cunha

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

MEDITAÇÕES NO EVANGELHO DE MATEUS - Capítulo 28


Um inefável desfecho da história de Jesus Cristo, esse é o maravilhoso conteúdo do capítulo 28 do Evangelho Segundo Mateus. O texto de Mateus 28:1 apresenta-nos o seguinte conteúdo: “Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro”. Os evangelistas, Marcos e Lucas, anunciaram o motivo pelo qual essas mulheres foram ao sepulcro: Elas levavam especiarias para ungirem o corpo de Jesus [Marcos 16:1-2 e Lucas 24:1]. Não o fizeram no sábado, pois estavam impedidas pela lei judaica. Muito provavelmente para elas, aquele fora um sábado muito longo, porém, sem maiores expectativas: O que elas esperavam encontrar era o corpo inerte de Jesus naquela fria tumba! Mas enfim, chegou o domingo, e elas pretendiam cumprir sua missão naquele dia! De acordo com Provérbios 16:1, “O coração do homem pode fazer planos”. Elas teriam cumprido sua missão, não fosse o “grande terremoto” provocado pela visita de um anjo do Senhor, que “desceu do céu, rolou a pedra da entrada” do sepulcro e “assentou-se sobre ela” [Mateus 28:2]. O temido terremoto que, não raro, provoca graves destruições, naquela ocasião veio como testemunho da ressurreição de Jesus Cristo! Por vezes, algo grandiosamente maravilhoso é precedido por “abalos” que, à semelhança dos terremotos, pode retirar o nosso equilíbrio! Na ressurreição de Jesus, o “terremoto” mais poderoso não foi aquele que fez a pedra rolar, mas aquele que aniquilou para sempre os poderes das trevas! Sim, a ressurreição de Jesus foi uma fulgurante luz que brilhou para dissipar as trevas e anunciar aos homens que a morte foi vencida pelo poder da ressurreição! Sim, a fé, por fim, triunfará!
A. M. Cunha

DÉCIMA NONA SEÇÃO – SALMO 119:151


Salmo 119:151 – Tu estás perto, Senhor, e todos os teus mandamentos são verdade. O salmista não se refere aqui à proximidade da parousia, ou seja, do retorno glorioso de Cristo na era final, mas à intimidade que os Seus servos mantêm com Ele. A proximidade relatada pelo salmista é, portanto, uma referência à realidade espiritual de que o Senhor habita com os que temem o Seu nome! Quanto mais se mantém intimidade com o Senhor, mais o fiel perceberá que os Mandamentos divinos são a mais nítida expressão da verdade.
A. M. Cunha